• terça-feira, 22 de setembro de 2009

    Planejamento Estratégico PJ Arquidiocese de Pouso Alegre

    Para conhecimento de todos, este documento será encaminhado para Roma. Será entregue à Vossa Santidade pelo nosso amado Arcebispo Dom Ricardo Pedro: Planejamento Estratégico PJ Arquidiocese de Pouso Alegre MISSÃO: A Pastoral da Juventude, inspirada no documento de Puebla, quando a Igreja fez a opção preferencial pelos jovens e pelas jovens e nas orientações da Pastoral da Juventude do Brasil e da América Latina, assume enquanto Missão: 1. Organizar a ação pastoral a partir e junto à juventude “jovem evangelizando jovem”; 2. Possibilitar e acompanhar os jovens e as jovens a descobrir, ouvir, seguir e comprometer-se com Jesus e seu projeto, integrando a sua fé com a vida e fortalecendo uma espiritualidade libertadora; 3. Fortalecer a Igreja libertadora, a partir da experiência do Cristo Ressuscitado, acolhendo os jovens e as jovens na comunidade eclesial, percebendo-os como sinal da novidade da jovialidade de Deus; 4. Possibilitar o crescimento e aprofundamento da fé para uma maior comunhão com Deus, com as pessoas e com o universo; 5. Acompanhar a elaboração do projeto de vida, respeitando as opções vocacionais dos diversos ministérios na perspectiva do Reino de Deus; 6. Partir da realidade pessoal, social, cultural e histórica e do momento atual, indo ao encontro deles e delas como são tendo como referência o meio específico em que os jovens e as jovens vivem; 7. Garantir espaços de vivência em pequenos grupos e/ou comunidades, onde possam partilhar alegrias e tristezas, angústias e esperanças, reflexão e ação, oração e celebração, festa e tudo o que são e querem ser, o que vivem, o que crêem, o que sentem, o que sonham e ousam projetar; 8. Reafirmar a opção profética e transformadora pelos jovens, pelas jovens e empobrecidos, colocando-se a serviço de uma nova sociedade; 9. Criar espaços de participação da juventude na Igreja e na sociedade, percebendo meios eficazes para o exercício da cidadania e o despertar da militância; 10. Contribuir para que os jovens e as jovens se tornem protagonistas da construção da Civilização do Amor, sinal profético do Reino definitivo e de esperança para a juventude na promoção da vida. OBJETIVO GERAL: Tendo em vista o Documento CNBB nº. 85 e as conclusões da IX Assembléia Arquidiocesana da Pastoral da Juventude da Arquidiocese de Pouso Alegre, assumimos como objetivo: Formar jovens para uma ação social evangelizadora, valorizando e acompanhando o grupo de base como opção pedagógica. Além disso, conhecendo e assumindo a pessoa e a prática pastoral de Jesus Cristo desta forma engajando-se na vida da comunidade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Þ Reestruturar os Setores Pastorais; Þ Organizar grupos de base; Þ Promover a formação integral dos jovens; Þ Despertar o jovem para a solidariedade, amizade e fraternidade; Þ Despertar o jovem para a ação concreta na comunidade e na sociedade. VALORES  Somos jovens que, a exemplo de Jesus Cristo, fazemos opção pelos pobres e jovens.  Encontramo-nos em grupos para partilhar e celebrar a vida, as lutas, sofrimentos e cultivar a amizade, a partir de uma formação integral e mística própria.  Somos grupos de jovens motivados pela fé, atuando dentro das comunidades, a serviço da organização e animação das comunidades.  Somos jovens felizes, apaixonados (as), ternos (as), e motivados (as) pela fé. Encaramos a vida como potencial criativo muito grande, valorizando as artes (danças, poesia, música...), o lazer, o corpo, o símbolo, as culturas, com ardor, sonhos e amor pela causa do Reino. VISÃO Ser um espaço de comunhão e participação para unir e articular todos os Grupos de base da PJ num trabalho conjunto. Nesse sentido, favorecer a integração e o diálogo, além de propor algumas diretrizes comuns para a evangelização, considerando as necessidades de cada realidade diocesana e as especificidades de cada grupo/setor. METAS  Refletir sobre a realidade juvenil e deliberar sobre nossa intervenção nela;  Redefinir questões de estrutura organizacional;  Reestruturar a Equipe Executiva e Ampliada da PJ;  Fazer com que cada setor seja mais presente e organizado nos trabalhos da PJ;  Motivar os setores para a 10ª Assembléia Arquidiocesana da PJ, no final de 2.011. PRIORIDADES Prioridade 1: FORMAÇÃO Oferecer Cursos de Formação Arquidiocesana mesclando teoria e prática para coordenadores/coordenações de grupos de base (utilizando de materiais, controle de membros, preparação de reuniões), nos mais diversos aspectos: formação bíblica, acolhida, animação, espiritualidade, ação social e Liturgia. Prioridade 2: ARTICULAÇÃO  Eleger, através dos grupos de base, uma coordenação setorial que deverá se reunir trimestralmente com os grupos de base e EAPJ;  Para melhoria da articulação entre grupos de base, setor e EAPJ deverão ser articulados os meios de comunicação como Orkut, e-mail, cartas, telefone, blogs;  Organizar os setores não articulados;  Mapear as paróquias dos setores e identificar onde há e onde não há grupos de jovens da PJ. Prioridade 3: ASSESSORIA  Montar uma equipe de assessores para dar assistência à Equipe Arquidiocesana da PJ, tanto na elaboração quanto na aplicação de Cursos. METODOLOGIA DA PASTORAL DA JUVENTUDE Método Ver-Julgar-Agir-Rever-Celebrar O método ver-julgar-agir-rever-celebrar procura integrar fé e vida. Parte da realidade e leva a uma ação transformadora. Ver – Tomar consciência da realidade. Julgar – Confrontar a realidade com o Evangelho. Agir – Realizar a ação transformadora. Rever – Avaliar os resultados para criar uma nova ação. Celebrar – É reconhecer a presença de Deus na caminhada. É recordar conquistas e dificuldades, e ganhar força para novos desafios. Grupo de base É um grupo pequeno, onde o jovem cultiva amizades e partilha a vida, vida em comunidade. É inspirado na própria experiência da comunidade de discípulos de Jesus Cristo. O grupo não pode ser isolado, por isso é que existe a Pastoral da Juventude. Ela é teia que une os grupos de base de uma paróquia, setores, região pastoral, arquidiocese, sub-regional, regional, bloco até chegar a nível nacional. O grupo de base serve para o jovem... • Criar laços de fraternidade • Ser valorizado • Amadurecer • Realizar-se como pessoa • Vivenciar a fé • Conhecer melhor Jesus através do Evangelho • Aprender • Experimentar a vida em comunidade • Participar ativamente da Igreja O que é importante para um grupo de base? • Deve ser pequeno, tendo de 10 a 15 jovens; • Todos os membros devem estar na mesma faixa etária; • Ter um processo contínuo (Sem entrar gente nova toda hora); • Deve ter reuniões periódicas (semanais ou quinzenais); • Utilizar dinâmicas nas reuniões; • Dividir tarefas entre os membros; • Ter acesso a materiais de formação; • Ter planejamento e avaliação periódica; • Ter atividades extras grupo como: passeio, gincanas, visita a outros grupos, etc. As reuniões do Grupo de Base • Acolhida • Oração Inicial • Dinâmica relacionada ao tema • Reflexão bíblica relacionada ao tema • Conversa sobre o tema • Divisão de tarefas para próxima reunião • Avaliação da reunião • Oração Final Coordenação do grupo Coordenador (a), Vice-coordenador (a), Secretário (a) e Tesoureiro (a). Os membros do grupo devem eleger a coordenação e pedir a confirmação do pároco. Na IX Assembleia foi constatada, através de uma pesquisa com os grupos da base da Pastoral da Juventude que, em sua totalidade os jovens da Pastoral da Juventude – Arquidiocese de Pouso Alegre têm como idade média de 17,7 anos de idade reduzindo cerca de 11% a idade de nossos jovens em relação aos anos anteriores. Etapas do crescimento do jovem 1. Convocação - para convocar os jovens é preciso fazer uma preparação especial. Convidar e acolher de forma organizada. 2. Nucleação – nesta etapa o jovem deve ter a oportunidade de conhecer melhor os outros membros do grupo, através de atividades e temas que facilitem a integração. 3. Iniciação – nesta etapa os jovens fortalecem os laços de amizade dentro do grupo e aumentam a sua participação na PJ e na comunidade. 4. Militância – a etapa da militância começa depois que o jovem passa por todas as etapas da Iniciação. É o momento de assumir seu compromisso, seu testemunho, sua luta e sua ação concreta no mundo e na Igreja. Onde o militante da PJ atua? • PJ – O militante pode atuar na formação e acompanhamento de novos grupos, assessorando coordenações, cursos de formação e em outras equipes de trabalho. • Comunidade – Catequese, Liturgia, Preparação para a Crisma, CEB’s, outras Pastorais e etc. • Sociedade – Partidos Políticos, Movimentos Populares, Grêmios Estudantis, Associações de bairro, Sindicatos, Grupos de Defesa dos Direitos Humanos, ONG’s, Hip-Hop, etc. Formação Integral • Dimensão da personalização - (Relação consigo mesmo) • Dimensão da Integração - (Relação com os outros) • Dimensão Sócio-Política - (Relação com a sociedade) • Dimensão Teológica - (Relação com Deus) • Dimensão Metodológica - (Relação com a ação) Eixos norteadores Espiritualidade A Bíblia, a liturgia e os sacramentos são fontes inesgotáveis do Mistério de Deus. É preciso garantir uma formação e uma experiência permanente, continuada e processual que contribua com o fortalecimento da dimensão espiritual do jovem. Em diversos lugares da arquidiocese a PJ tem favorecido espaços para a formação bíblico-litúrgica, missas da juventude, romarias e caminhadas. O uso do Ofício Divino da Juventude e das Comunidades em retiros, encontros, reuniões e em outras atividades tem contribuído com a identidade pastoral mais encarnada. Formação Os CAFs (Cursos Arquidiocesanos de Formação), juntamente com algumas iniciativas de formação oferecidas pelos Setores aprofundam temas como: cidadania, afetividade e sexualidade, espiritualidade, metodologia, políticas públicas. Contribuem também na formação de coordenadores/coordenações as publicações do subsídio Caminhando e Crescendo, um diferencial de nossa Arquidiocese, contribuído na formação de jovens preparados/as, a partir dos valores evangélicos em suas relações consigo mesmos/as, com os/as outros/as, com a natureza e com a sociedade. Ação As ações apresentadas pelos/as jovens são desenvolvidas nas comunidades, em níveis setoriais e paroquiais. A PJ vem descobrindo o valor das parcerias, pois alguns trabalhos estão integrados com a Catequese de Crisma, Pastoral Vocacional, Equipes Missionárias, Pastorais Sociais e Movimentos Eclesiais e Sociais. São realizados grandes eventos de animação e mobilização juvenil, tais como: Romaria da Juventude, Acampamento da juventude, Campanhas de Solidariedade, etc. As ações permanentes da PJB têm sido fortalecidas em toda Arquidiocese. Pode-se citar o Dia Nacional da Juventude, o Grito dos/as Excluídos/as, Semana da Cidadania, Semana do Estudante que, em alguns lugares, envolvem vários grupos em torno de temas relevantes para a sociedade. Articulação Reconhecidamente a PJ é uma das pastorais mais organizadas do país. As Assembléias Arquidiocesanas contribuem para uma caminhada de unidade com os setores. Hoje, gostaríamos de partilhar o objetivo que temos em nossos corações: “Evangelizar a juventude da Arquidiocese de Pouso Alegre, implantando e fortalecendo Equipes Setoriais nos sete Setores da Arquidiocese, para melhor assessorar os grupos de base da Pastoral da Juventude nas paróquias. Queremos, através de Cursos Arquidiocesanos de Formação e Encontros Arquidiocesanos, apontar e fornecer subsídios necessários, fazendo com que cada jovem evangelizado se comprometa junto conosco com a evangelização da juventude em cada comunidade”. Constatou-se, porém, a necessidade de um acompanhamento mais próximo aos Setores, dessa forma, será realizada visitas aos sete setores da arquidiocese. Esta proposta é uma oportunidade única de convívio com os grupos de base e equipes setoriais. Momento para verificar a caminhada de cada Setor, conhecendo sua realidade cultural, política e econômica. Considerações que se fazem fundamentais no processo de evangelização juvenil. Para isso, é preciso acima de tudo, promover o diálogo entre os Setores, proporcionando a troca de experiência e por conseqüência o crescimento dos mesmos. - CAMINHADA HISTÓRICA – PASTORAL DA JUVENTUDE – ARQUIDIOCESE DE POUSO ALEGRE A Pastoral da Juventude está organizada no Brasil há 36 anos através de grupos de jovens organizados nas comunidades e paróquias. Os grupos buscavam definir sua identidade e organização. Em 1973 foi realizado o 1º Encontro Nacional da Pastoral da Juventude, iniciando a partir daí um processo de elaboração teórica a respeito da Identidade, Missão e Organização da pastoral da Juventude. As articulações diocesanas e regionais deram início e se fortaleceram o que, atualmente, representa a organização da Pastoral da Juventude em praticamente todas as dioceses da Igreja no Brasil, desde as comunidades de base até as instâncias regionais e nacional. Na Arquidiocese de Pouso Alegre não foi diferente. A Pastoral da Juventude surgiu através de trabalhos realizados por irmãs, padres e leigos. Inicialmente, começou com alguns movimentos, encontros, evoluindo para uma pastoral mais organizada, até atingir a Pastoral da Juventude, conhecida já a muito tempo da Arquidiocese. No início a Pastoral da Juventude gozava de muito prestigio em toda a Arquidiocese de Pouso Alegre. Houve fases em que a PJ teve um padre assessor para cada Setor da Arquidiocese. E nesse tempo, a Pastoral da Juventude fez muitos encontros e cursos de formação, buscando uma organização de Pastoral da Juventude no Meio Popular, Meio Rural e Meio Estudantil... Conseguiu até, uma comunhão maior com as paróquias através de trabalhos específicos, principalmente, a Pastoral Operaria Pastoral Vocacional, Pastoral da terra, Catequese, Romaria da Terra... No início da estruturação da Pastoral da Juventude, na Arquidiocese de Pouso Alegre, muitos grupos e movimentos contribuíram decisivamente na sua organização, destacamos o TLC (Treinamento de Liderança Cristã), Vicentinos, Pastoral Estudantil, e ultimamente, a RCC. No começo, e em algumas fases, houve maior entrosamento entre e Pastoral da Juventude e outras pastorais e grupos. Com o tempo os grupos e as pastorais foram se distanciando umas das outras, e a Pastoral da Juventude, hoje, tem um entrosamento maior com a Pastoral Vocacional e a Catequese, mais precisamente, com a Crisma. Um dos problemas que percebemos nesta historia da Pastoral da Juventude, e que ainda hoje constatamos, é a questão da liderança. Tivemos muitos e bons coordenadores da Pastoral da Juventude nestes tempos passados, muitos acabaram simplesmente pela pastoral e hoje atuam em alguns movimentos e pastorais. Outros militam em algum partido político, outros ainda continuam acompanhando a Pastoral da Juventude como assessores. E uma boa parte se afastou até da Igreja. Não podemos fazer uma avaliação precisa da caminhada da Pastoral da Juventude desde o seu início por não termos documentos Arquidiocesanos, também, as pessoas que estiveram frentes desse movimento hoje se encontram muito distante de nós, conforme podemos conferir nos parágrafos subseqüentes. Na história da Pastoral da Juventude, tivemos, no entanto, vários Assessores. Apresentamos a seguir um breve histórico dos assessores: • Em 1972 – Ir. Marlene (Ir. Dorotéias), e alguns padres jesuítas, iniciam um trabalho junto à juventude; • Em 1975 – Frei Tarcísio Batista Lopes OFMCap, toma frente da Pastoral da Juventude (bispo de Ipameri, GO); • Em 1978 – Ir. Elza Sabrosa, (Ir. Dorotéias), estando a frente da Pastoral da Juventude. Inicia-se a articulação dos 7 setores da Arquidiocese, com um padre assessor e um coordenador jovem. • Em 1983 – Padre Lazinho, diocesano, (hoje Monge Trapista no Paraná), estando a frente da PJ, articula maratonas catequéticas com os livros do Ir. Néri. • Em 1986 – Padre Braz Antonio da Fonseca, diocesano, toma frente na Arquidiocese como assessor liberado, substituindo o padre Lazinho. Procura um maior entrosamento com outras pastorais e movimentos, promove cursos de formação e acompanha algumas paróquias mais de perto. Abantona o ministério presbiterial em 1988. • Em 1989 – Padre Luiz Arnaldo Sefrin, Jesuíta, colocado como assessor na Arquidiocese de Pouso Alegre, e inicia alguns cursos de formação, e retiros e busca fortalecer a caminhada de algumas paróquias. • Em 1993 – Assume a assessoria diocesana, padre Dirlei Abercio da Rosa, e coordenador diocesano, Adilson Fonseca. • Em 1997 – Em dezembro de 1997, padre Dirlei, passa a assessoria da PJ para padre Agenor Roberto. • Em 2006 – Padre Omar Aparecido assume a assessoria da Juventude de Pouso Alegre, e, até o momento nos auxiliou em dois DNJ inclusive um à nível Arquidiocesano, um Retiro Espiritual, três Cursos Arquidiocesanos de Formação; uma Assembléia Arquidiocesana. Além de assessorar o Setor Juventude de nossa Arquidiocese. Atualmente temos a PJ articulada em 25 paróquias; em 16 das 50 cidades existentes na Arquidiocese, reunindo cerca de 250 jovens, sendo que nas demais sabemos da existência de grupos, porém ainda em caminhada isolada. Nosso trabalho desenvolvido com a juventude é dentro de uma perspectiva de Formação Integral, buscando trabalhar com o jovem e a jovem desde sua formação pessoal e comunitária, ao seu engajamento cristão e político na sociedade, sustentados por uma espiritualidade libertadora e encarnada na realidade. Organização A Pastoral da Juventude está organizada desde as comunidades, nas paróquias, regiões, (Arqui)dioceses, regionais e nacional. Em cada uma dessas instancias existe uma coordenação e espaços de encontro e deliberação. A Pastoral da Juventude está articulada em nível Arquidiocesano em 16 cidades, com coordenações paroquiais, encontros e cursos de formação, encontros deliberativos e acompanhamento de assessores, entre padres, religiosos e leigos que buscam realizar o ministério de acompanhamento à juventude organizada. Em nível Arquidiocesano possuímos uma coordenação denominada Equipe Arquidiocesana da Pastoral da Juventude, que executa as prioridades estabelecidas na Nona Assembleia Arquidiocesana da PJ em 2009. Atualmente possuímos 08 jovens na coordenação Arquidiocesana, composta por representantes dos setores + 4 jovens na equipe ampliada (Equipe feita por jovens de setores que são consultados em assuntos que dizem respeito À PJ) + 02 Seminaristas Acompanhantes + 01 Padre responsável pela juventude na Arquidiocese. Anualmente realizamos cerca de 15 reuniões da coordenação e equipe ampliada, além de 01 Curso Arquidiocesanos de Formação Juvenil, com representantes de todas os grupos onde propiciamos um espaço de formação e discussão acerca de nossos desafios e passos para nossa ação pastoral, 01 Retiro Arquidiocesano, 01 Dia Nacional da Juventude e Planejamento Anual. Equipe Arquidiocesana da Pastoral da Juventude Atualmente a Equipe Arquidiocesana da Pastoral da Juventude é composta por: Angélica, da Paróquia São Sebastião (Itapeva), Roniere e Sandro, da Paróquia São João Batista (Cachoeira de Minas), Heder Paulo, da Paróquia São Geraldo Magela e São José (Pouso Alegre), Robisom, da Paróquia de Santa Quitéria (Ipuiuna), Marco Antonio, da Paróquia de São Francisco de Paula e N.Srª de Fátima (Ouro Fino), Carlos Henrique e Daniel da Paróquia São José (Congonhal) acompanhados pelos seminaristas Rogério e Marcos Caliari, e, pelo assessor do Setor Juventude Padre Omar Siqueira, paróquia Nossa Senhora do Carmo (Cambuí). EQUIPE ARQUIDIOCESANA DA PASTORAL DA JUVENTUDE FUNÇÃO NOME CONTATO COORDENAÇÃO DANIEL AUGUSTO danielaugusto@univas.edu.br (35)9812-9065 SECRETARIA GERAL ANGÉLICA angelica_minerinha@hotmail.com (35)8446-1126 SECRETARIA GERAL RONIERE REZENDE roniere_rezende@yahoo.com.br (35)8433-3273 SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO HEDER PAULO hedinhopj@hotmail.com (35)9115-6988 SECRETARIA DE FINANÇAS MAGUILA maguilacfm@hotmail.com (35)9965-8557 SECRETARIA DE FINANÇAS CARLOS HENRIQUE carloshenrique@univas.edu.br (35)9191-9511 SECRETARIA DE INFRA-ESTRUTURA MARQUINHOS marquinho18of@hotmail.com (35)9184-3297 SECRETARIA DE INFRA-ESTRUTURA SANDRO SCEACERO sceacero@yahoo.com.br (35)9129-6405 Em toda Arquidiocese existem 7 setores. A Equipe Arquidiocesana da Pastoral da Juventude (EAPJ) pretende reunir juntamente à ela: 02 jovens de cada setor + 02 Seminaristas + 01 padre assessor. Efetivando assim a Nova Equipe Ampliada da PJ. A Pastoral da Juventude Arquidiocesana possui 04 espaços de encontro em nível arquidiocesano: (1) Curso Arquidiocesano de Formação, (2) Retiro Arquidiocesano, (3) o Dia Nacional da Juventude, onde reúne representantes de todos os grupos de base para um momento de partilha de experiências, formação e celebração, (4) a Assembleia Arquidiocesana, espaço formativo e deliberativo que reúne representantes de todos os grupos e setores. A Assembleia Arquidiocesana acontece de 03 em 03 anos. Outros Trabalhos com Juventude No acompanhamento e atuação junto aos jovens e às jovens existem diversas pastorais, movimentos e organismos, cada um com sua proposta metodológica e com sua organização. Podemos salientar algumas: as Pastorais da Juventude Específicas – Pastoral da Juventude Estudantil (PJE), Pastoral da Juventude do Meio Popular (PJMP), Pastoral da Juventude Rural (PJR); os Movimentos Juvenis ligados às Congregações Religiosas, como o Centro Marista de Pastoral (CMP), os Centros e Institutos de Juventude como o IPJ – Leste II e grupos de jovens nas escolas e ligados a outros movimentos da Igreja. Com todos estes acontece nos setores algumas atividades conjuntas, especialmente nas preparações da Semana da Cidadania que acontece em Abril e do Dia Nacional da Juventude que acontece anualmente no último Domingo de Outubro. Dificuldades Salientamos quatro dificuldades que encontramos em nível arquidiocesano. A formação se apresenta como um desafio constante no processo de acompanhamento e capacitação de lideranças. Junto a ela, soma-se outro obstáculo: garantir uma articulação voltada para o fortalecimento da identidade e unidade no trabalho pastoral. Uma articulação que de fato possibilite uma formação pastoral e um planejamento a partir das diversas experiências de realidades que possam se fundir na busca por uma transformação social. Buscamos ao longo da caminhada proporcionar espaços em nível arquidiocesano que possam desenvolver tanto linhas para nossa formação e nossa articulação. Realizamos um Projeto de Formação para Coordenadores e Coordenadoras – Cursos Arquidiocesanos – que propiciou a formação e articulação de coordenadores e coordenadoras em quase todos os grupos, o que vem contribuindo para a caminhada de cada grupo de base. Que busca trabalhar as linhas da Formação Integral da Pastoral da Juventude a fim de fortificar as lideranças para que possam de fato estar preparadas para motivar e envolver a juventude na busca da concretização da Civilização do Amor. Além disso, os Cursos Arquidiocesanos da Pastoral da Juventude se apresenta como um espaço importante para a concretização dessas linhas, sem contar que para nós é onde percebemos “a cara da arquidiocese”, a partir da partilha dos setores. Um dos grandes problemas enfrentados por todos os grupos de base e, consequentemente, pela arquidiocese, é a questão financeira. Não temos uma estrutura financeira que garanta uma auto-sustentação. Nos grupos, boa parte dos recursos vem da igreja local, a partir da percepção da importância do trabalho com os jovens. Mas essa realidade não é unânime. Muitas paróquias não conseguem se articular devidamente ao fator financeiro. O mesmo acontece em nível arquidiocesano. Ainda não dispomos de uma secretaria arquidiocesana que dinamizasse os trabalhos junto aos grupos, pois a secretaria não possui recursos financeiros para realizar seu trabalho. Esse problema afeta também ao acompanhamento aos grupos pela Equipe Arquidiocesana. Especificamente na preparação e organização da Pastoral da Juventude na Arquidiocese, nos deparamos também com de um grupo de assessoria aos grupos de base e para a preparação de materiais de subsídios para a formação dos mesmos além de dar suporte à Equipe Arquidiocesano nos eventos a serem executados. Nos trabalhos da Pastoral da Juventude Arquidiocesana envolvemos cerca de 30 grupos de base e em cada paróquia da Arquidiocese, fazendo a formação de lideranças, trabalhando como “fermento na massa”, para a ampliação de grupos de base em toda arquidiocese, juntamente com o apoio do Bispo, Padres e Religiosos. A Pastoral da Juventude se faz presente como organização eclesial e como instrumento de mudança social, sendo um espaço que possibilita à juventude a reflexão e participação ativa no processo social, na produção de idéias e no diálogo com a comunidade à qual pertence e até mesmo num âmbito mais amplo da estrutura da sociedade. Ações de formações em diversos níveis constituem espaços importantes, onde a juventude assume funções específicas inclusive de formadores e animadores junto ao povo. A Pastoral da Juventude atinge em todo o Brasil mais de 30 mil grupos de jovens e trabalha para que eles desenvolvam uma consciência crítica e assim possam contribuir como sujeitos no processo de conquistas de direitos fundamentais e com a construção de uma nova sociedade. ASSEMBLÉIA ARQUIDIOCESANA 2010: Os trabalhos da Pastoral da Juventude que se realizará neste ano de 2.010, vêm com uma motivação especial e esperança de conseguirmos fazer com que o clamor da juventude seja ouvido na Assembléia Arquidiocesana de Pastorais, convocamos toda a Igreja da Arquidiocese de Pouso Alegre a renovar sua opção preferencial pelos jovens, e a dar o melhor de si no empenho pela sua evangelização nessa Assembléia Arquidiocesana, através da ESCUTA, COMPREENSÃO, AMIZADE E DA ORIENTAÇÃO para com a juventude. Além disso articular a Pastoral da Juventude de nossa Arquidiocese e formar novas lideranças nos grupos de base. ESTRATÉGIAS: PROJETOS ARQUIDIOCESANOS DA PASTORAL DA JUVENTUDE PROJETO 1: CURSO ARQUIDIOCESANO FORMAÇÃO (CAF) Objetivo: • Aprofundar e partilhar as experiências de evangelização juvenil a partir de Cursos específicos da Pastoral à Juventude, a fim de criar um espaço de comunhão e diálogo entre as diversas coordenações da arquidiocese. Estratégia: • Realizar um curso anual favorecendo a formação e o encontro entre os diversos grupos de base da arquidiocese, e como resultante promoverá uma evangelização articulada e orgânica; • Fazer as lideranças de base da juventude compreender e se entusiasmar com as propostas de evangelização da Pastoral da Juventude. Destinatários: • Todas as lideranças de base que trabalham com a juventude; • Padres, religiosos (as), seminaristas, pastorais, movimentos eclesiais e congregações religiosas. Justificativas: • O curso é uma oportunidade de aproximar as lideranças da base. Este encontro arquidiocesano além de trocar experiências, quer entusiasmar as lideranças e promover a unidade arquidiocesana; • As diversas juventudes exigem da Igreja uma atuação que possibilite um acompanhamento sistemático no processo de educação da fé dos jovens. O curso quer ser este espaço de permanente contato com a juventude da arquidiocese; Responsáveis: • Equipe Arquidiocesana da Pastoral da Juventude e Assessores. Periodicidade: • Anualmente, sempre no mês de julho. PROJETO 2: ARTICULAÇÃO DOS SETORES Objetivo: • Evangelizar a juventude da Arquidiocese de Pouso Alegre, implantando e fortalecendo Equipes Setoriais nos sete Setores da Arquidiocese, para melhor assessorar os grupos de base da Pastoral da Juventude nas paróquias. Estratégia: • Articular a Pastoral da Juventude em seus processos no nível Setorial, dando-lhes diretrizes e apoiando suas estruturas de acompanhamento; • Estabelecer diálogo entre os Grupos de base (Intercambio) com a finalidade de fortalecer os serviços na evangelização da juventude; • Participar da articulação dos Setores, criando uma equipe ampliada que pensa e organiza os trabalhos pastorais; dando apoio às iniciativas desse “antigo/novo jeito de ser Igreja”; Destinatários: • Setores Pastorais da Arquidiocese de Pouso Alegre, principalmente os desarticulados. Justificativas: • Participar e integrar-se na articulação dos Setores, afim de que todos possam ter representatividade na Décima Assembléia Arquidiocesana da Pastoral da Juventude que será realizada em 2011. Responsáveis: • Equipe Arquidiocesana da Pastoral da Juventude e coordenações dos Setores. Periodicidade: • Trimestralmente, a partir de abril de 2010. PROJETO 3: DNJ ARQUIDIOCESANO Objetivo: • Celebrar o trabalho realizado pela juventude nos diversos espaços eclesiais a fim de impulsionar uma espiritualidade de comunhão – unidade na pluralidade. Estratégia: • Evento de massa que congregue os diversos segmentos juvenis na arquidiocese – pastorais, movimentos eclesiais, congregações religiosas, etc; • Poderá acontecer em nível de arquidiocese, alternando em nível de Setor Pastoral. Destinatários: • Toda a arquidiocese, sobretudo a juventude cristã. Justificativas: • Propiciar momentos de espiritualidade, de festa, de alegria, de encontro entre os jovens; • Criar a consciência da possibilidade e importância de reunir a diversidade da juventude de uma mesma Igreja num encontro celebrativo; • Dar visibilidade eclesial e social do potencial de concentração das massas na arquidiocese de Pouso Alegre. Mostrar o rosto plural da juventude católica. Responsáveis: • Setores e Equipe Arquidiocesana da Pastoral da Juventude. Periodicidade: • Anualmente, na data prevista pela CNBB – último domingo de outubro. PROJETO 4: GRUPO DE ASSESSORIA PASTORAL (GAP) Objetivo: • Auxiliar e acompanhar a Equipe Arquidiocesana da Pastoral da Juventude – Arquidiocese de Pouso Alegre, no que diz respeito a atividades pastorais no que diz respeito à Estruturação, Articulação e Formação. Estratégia: • Realizar um evento para reunir os antigos militantes da Pastoral da Juventude (potenciais para a criação do grupo) lançando a proposta de criação do GAP; • Organizar um grupo onde possam contribuir com conhecimento e experiência na infra-estrutura de cursos e eventos feitos pela EAPJ. Destinatários: • Todas as lideranças leigas da Igreja que sintam um verdadeiro amor pela juventude e queiram contribuir com a evangelização da mesma. Justificativas: • É um sonho antigo da Pastoral da Juventude, a criação de uma Equipe de Apoio para Cursos e eventos Arquidiocesanos possibilitando assim a formação dos jovens e a redução de custos dos mesmos; Responsáveis: • Equipe Arquidiocesana da Pastoral da Juventude e Assessores. Periodicidade: • Semestralmente, de acordo com as necessidades. PROJETO 5: ROMARIA DA JUVENTUDE Objetivo: • A Romaria quer ser também um grande momento de encontro das dezenas de grupos de jovens que existem em nossas comunidades; • Vamos estreitar nossos laços e comungar tantos rostos, sonhos e vidas, tão distintos e ao mesmo tempo tão parecidos com os nossos. Estratégia: • Fazer com que cada grupo organize uma romaria da juventude em sua paróquia, todos numa mesma data para se reunir na Basílica da cidade de Aparecida do Norte, celebrando os trabalhos feitos pela PJ. Destinatários: • Grupos de base da PJ atingindo toda Arquidiocese. Justificativas: • Percebemos que a Romaria deve marcar presença como mobilização de jovens que se reúnem para festa a esperança de uma nova sociedade, mas que se preocupa e coloca a “mão na massa” para concretizá-la. Responsáveis: • Coordenações dos grupos de base da PJ. Periodicidade: • Anualmente.

    Juventude: de quem estamos falando?

    Falar sobre juventude não é tão simples, podemos constatar essa afirmação, se questionarmos diferentes pessoas sobre o significado do termo juventude, obtendo como resultado as mais diversas respostas. Alguns poderão oferecer definições a partir de parâmetros etários, outros sobre sua vivência juvenil, outros sobre a realidade dos jovens conhecidos. Dessa forma, para fins de pesquisa, legislação e definição de políticas públicas torna-se necessário fazer um recorte etário para definir a quem se refere o termo juventude, no entanto, a realidade juvenil é muito mais complexa e plural para ser unificada apenas neste conceito. A visão mais ampla de juventude que se tem hoje é uma construção dos últimos dez anos. Até a década 1960 a visão de juventude se restringia aos jovens escolarizados de classe média, e nas décadas seguintes o foco passou para as crianças e adolescentes em situação de risco. A percepção mais ampla de juventude que surge nos últimos anos, traz a reflexão de que: (...) os problemas de vulnerabilidade e risco não terminam aos 18 anos, mas se intensificam a partir daí. Mas também pelo aparecimento de novos atores juvenis, em grande parte dos setores populares, que vieram a público, principalmente por meio de expressões ligadas a um estilo cultural, colocar questões que os afetam e preocupam, diferentes daquelas colocadas pelas gerações juvenis precedentes, e para as quais não havia nem mesmo formulações elaboradas no plano da política. Por essas duas vertentes começaram a ser demandados, propostos, executados, algumas ações e projetos para esses segmentos, agora sob o termo “juventude”. (Abramo, 2005, p.39) Utiliza-se então o termo “juventudes”, como uma forma de ressaltar a pluralidade da realidade juvenil e não generalizar e simplificar num termo, um universo composto pela diversidade econômica, cotidiana, escolar, pela desigualdade de gênero, de condições, trabalho e projetos. fonte:http://crissociais.blogspot.com/2009/09/juventude-de-quem-estamos-falando.html

    sábado, 12 de setembro de 2009

    Rompendo Paradigmas

    Ontem assistindo o final da novela “caminho das índias”, me deparei com um questionamento. Todos vocês que assistiram à novela, ou se não, devem sabem do enredo. Eu observei bem poucos capítulos, além disso, sabia que em algum lugar da índia, havia uma família tradicionalmente conservadora dos conhecimentos Hindu, na novela representada pela família Ananda. O protagonista desta família era um homem orgulhoso e defensor dos sistemas de castas “Opash”, antes do ultimo capitulo pensava ser comerciante. E por sua ferenha defesa das castas, esta em conflito com “Shankar” um Brâmane, que criou um intocável como filho e apoiou uma dalit para uma espécie de “deputado” indiano. Entendendo o enredo ou não, o que importar é perceber o fim da novela, “Opasch” descobre ser filho de “Shankar” seu grande inimigo de lutas tradicionalistas hindu. “Shankar” era podemos dizer um intelectual/sacerdote que defendia as “lutas de classe”. Havia e a uma luta de classe, como acontece aqui no Brasil. Mais o objetivo não é dizer quem esta certo ou errado. Mas sim perceber, a insensibilidade da escritora deste enredo. “Opasch” rompe com todos seus paradigmas de uma vida em um momento. Eu particularmente não acredito em rompimentos tão instantâneo, com todo um paradigma vivido durante toda uma vida. Para um amigo meu ontem em uma mesa de bar isso se chama “amor” que pode mudar tudo em toques de mágica. Para mim a mudança tem um processo, a conversão de vida se da por passos a passos, às vezes muito mais lento do que acreditamos, não somos imaculados, somos viciados pelo sistema. Somos influenciados e influenciamos, formamos uma identidade no dia a dia, com as indivíduos e os meios que nos cercam, com nossa cultura, com um sistema(opressor), com uma mídia que diz como devemos ser. A autora foi infeliz, alias sempre acho que os autores de novela são infelizes. Tentam representar a vida real de uma forma fraudulenta. Mais por outro lado acredito que hoje neste mundo instantâneo. As pessoas acreditem que podem se converter, romper paradigmas em segundos. Exemplo os movimentos neos-pentecostais. Eu ainda acredito no processo, que tudo, ate o amor é um processo, que é caminhando que se chega e se constrói. Mais será que “Opasch” só rompeu com seus paradigmas por ter subido de casta? Rodrigo szymanski PJ - Diocese de Criciuma- SC fonte: http://rodrigopjoteiro.blogspot.com/

    quarta-feira, 9 de setembro de 2009

    CONIC lança cartaz da Campanha da Fraternidade Ecumênica

    Aos pés do Cristo Redentor e contando com a participação da senadora Marina Silva, o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC) fará na quinta-feira, 10, no Rio, o lançamento do material promocional da Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2010, sob o tema “Fraternidade e Economia”. A notícia é da Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação - ALC, 07-09-2009. “O objetivo da Campanha da Fraternidade 2010 é o de unir as igrejas cristãs e, principalmente, a nossa sociedade, que é formada por pessoas de boa vontade, na promoção de uma economia a serviço da vida, sem exclusões, criando uma cultura de solidariedade e trazendo paz”, disse o secretário-geral do CONIC, reverendo Luiz Alberto Barbosa. O lema da Campanha alertará brasileiros e brasileiras: “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro”. Na Bíblia, explicou Barbosa, “os pobres e todos os necessitados estão no centro da justiça que Deus exige das relações humanas e econômicas.” A abertura da cerimônia estará a cargo do presidente do CONIC, pastor sinodal Carlos Möller, e o arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta, motivará os participantes a rezarem juntos o Pai Nosso. Além da senadora Marina Silva, também o secretário de Economia Solidário do Ministério do Trabalho, economista Paul Singer, e o sub-secretário de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos da presidência da República, Perly Cipriano, participarão da cerimônia de lançamento do cartaz e folder da Campanha 2010. Confirmaram presença ao lançamento o pastor presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) e moderador do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), Walter Altmann; o bispo primaz da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB), Maurício de Andrade; o moderador da Igreja Presbiteriana Unida, Enoc Teixeira; e o delegado do Patriarcado de Antioquia, monsenhor Antônio Nakkoud. A campanha de 2010 será a terceira que terá caráter ecumênico. A primeira ocorreu em 2000 e a segunda cinco anos depois.

    CARTA - DNJ 2009

    Brasília, 26 de março de 2009. “Se encontrei graça a teus olhos, ó rei, e se te agrada, concede-me a vida, pela qual suplico, e a vida do meu povo, pelo qual te peço” (Est 7, 3). Amados/as jovens, a vida pede nossa atenção! Neste ano completamos 24 DNJs acontecidos. Alegra-nos o testemunho e a persistência das Pastorais da Juventude ao ser voz das multidões silenciadas; ao pautar temáticas na defesa da vida e dos direitos juvenis, confrontando com o modo pelo qual a juventude é considerada pelo estado brasileiro, pela sociedade, pelas famílias, pela Igreja. É hora de avançar! O DNJ já não encontra mais sentido isoladamente. Ele se liga à Campanha da Fraternidade – que acontece durante a quaresma e às atividades permanentes das PJs: Semana da Cidadania – de 14 a 21 de abril e Semana do/a Estudante – 09 a 15 de agosto. O DNJ é parte de um todo maior que busca a dignidade jovem; ele celebra as lutas anuais dos/as jovens organizados; é a mobilização maior, concentrando multidões de jovens que buscam novas relações de vida pautadas na justiça social, no poder popular, na legitimidade da diversidade, no protagonismo juvenil, na educação libertadora, na construção da paz. Portanto, quem se achar no direito de mudar tema, lema e dia do DNJ estará rompendo com um ciclo importante que promove a cidadania jovem e a justiça social. Dirigimo-nos a todos/as com algumas inquietações para fazer crescer nossa consciência e participação neste bonito processo das atividades permanentes. Desde o primeiro DNJ, realizado em 1986 quais realidades dos/as jovens foram transformadas? Em que sentido esta atividade aproxima a igreja da juventude e vice-versa? Para além da grande celebração que acontece, quais são os frutos da preparação? Como os temas propostos pelas Pastorais da Juventude têm repercussão dentro e fora da igreja? Por que o DNJ não é assumido por todas as dioceses como atividade prioritária para convocação de jovens para a vida em grupo/comunidade? São algumas das muitas perguntas que podemos fazer quando nos colocamos em preparação para celebrar 25 anos de uma importante atividade preparada pelos/as jovens das Pastorais para seus grupos e outros grupos juvenis.

    Nossos pastores assim concebem o início da evangelização da juventude: “Conhecer a realidade dos/as jovens é condição prévia para evangelizá-los/as. Não se pode amar nem evangelizar a quem não se conhece” (cf. CNBB, Doc. 85, 10). O momento de preparação para o DNJ é privilegiado para aprofundar a realidade que vivencia nossos/as jovens. De tantas maneiras a vida deles/as vem sendo ameaçada, violentada, exterminada. O que estamos fazendo diante desta realidade? Conhecemos a fundo as condições e situações de vida dos/as jovens brasileiros? Se ainda não conhecemos, este subsídio oferece uma oportunidade única para assumirmos o compromisso com a causa da vida dos/as jovens como caminho de discipulado e missão em Jesus Cristo. A Conferência de Aparecida nos colocou em estado de missão e no Brasil afirmamos a alegria de ser missionário. Nossa alegria será maior quando formos capazes de ir ao encontro daqueles/as que mais exigem nossa atenção. Este subsídio deixa com muita clareza a necessidade urgente e vital de um olhar para os/as jovens em suas situações concretas de vida. Não temos a intenção, com este subsídio, de focar o/a jovem como problema, mesmo porque os meios de comunicação fazem isto muito bem. Aqui, se quer olhar para a ameaça de vida, a discriminação, a violência explícita que atinge os/as jovens nas mais diversas realidades brasileiras. Queremos motivar as comunidades e os grupos para sair em marcha contra a violência que aniquila as potencialidades juvenis e os criminaliza e extermina injustamente. Não dá mais para ficar parados diante de tanta situação de morte à nossa volta. Vamos juntos/as marchar para denunciar profeticamente as pessoas, os sistemas e as instituições que banalizam a vida. Como próprio de nossa natureza cristã, queremos, pois anunciar com toda força a vitalidade da juventude que sonha e busca viver num espaço seguro, real, que lhe dê garantia e perspectiva de realização de seu projeto de vida. Bons momentos na paz que inquieta nosso corpo e nossas relações humanas e tantas vezes tão desumanas! Gratidão às Pastorais da Juventude, Rede Brasileira de Centros e Institutos de Juventude e ao Centro de Capacitação da Juventude – CCJ pela elaboração e revisão desta proposta de vida para nossos grupos. Gratidão aos grupos que darão muita vida e criatividade a este material e à campanha contra o extermínio de jovens. Com votos de uma fé encarnada, esperança realizada e amor – doação! Pe. Gisley Azevedo Gomes, css (In Memorian) Assessor Nacional do Setor Juventude – CNBB

    segunda-feira, 7 de setembro de 2009

    Poema dos 15 anos do Grito dos Excluídos

    Neste momento de graça De esperança e luz Para narrar com firmeza Pedimos força a Jesus Com a mente iluminada Falamos da caminhada Do povo que vos conduz O que vamos relatar Fala como começou O grito dos excluídos Quem o idealizou Na semana social brasileira Surgiu a idéia primeira E o Grito o povo aprovou Um coral de várias vozes Uma manifestação popular Com brilho e simbolismo Dos que querem transformar Grupos, Ongs, igrejas e entidades Gritando por igualdade Para a vida melhorar Completa hoje 13 anos O grito dos excluídos Povo sem vez e sem voz Pelos governos esquecidos Com fé, esperança atua Todo ano vai à rua Gritar para ser ouvido Os objetivos do grito É denunciar a exclusão Anunciar a esperança levar a informação Propor um modelo novo Que integre a vida do povo Com poder de decisão O Grito a cada ano Traz um lema relevante Ligado à vida do povo Com informação importante Aborda vários problemas Vamos citar os 13 temas De uma forma elegante No ano 95 Um grito ecoa no ar O povo estava na rua Com força para gritar Foi um momento bonito Surgiu o primeiro Grito A VIDA EM PRIMEIRO LUGAR Em 96 o segundo Grito TRABALHO E TERRA PARA VIVER É necessária a reforma agrária Para o Brasil pode crescer Com a mobilização Maior participação A mudança pra valer Em 97 o terceiro Grito QUEREMOS JUSTIÇA E DIGNIDADE Profetizar é preciso A solidariedade Somente se organizando E juntos reivindicando Transforma a sociedade Em 98 o quarto Grito AQUI É O MEU PAIS Povo forte resistente Lutar foi o que sempre quis Que buscam a fraternidade Ética e honestidade Por uma nação feliz Em 99, O quinto Grito BRASIL UM FILHO TEU NÃO FOGE A LUTA Contra a política neoliberal Um modelo sem conduta Enquanto o rico só cresce O povão mais empobrece Vive uma eterna disputa Em 2000 o sexto Grito Ouvia-se a voz popular Fora o FMI A Divida Externa não pagar PROGRESSO E VIDA, PÁTRIA SEM DÍVIDAS Chega de tanto roubar 2001 o sétimo Grito As vozes se misturando Na caminhada do povo Jesus cristo ia marchando A esperança se abriu POR AMOR A ESSA PÁTRIA BRASIL Que a gente segue gritando 2002 o oitavo Grito SOBERANIA NÃO SE NEGOCIA No plebiscito não a ALCA Era o Grito que se ouvia Queremos independência Um governo com transparência E um povo com alegria 2003 o nono Grito Uma verdadeira explosão Falas, cantos, poesias Em meio à multidão Todos com o mesmo sentido Fora estados unidos TIREM A MÃOS O BRASIL É O NOSSO CHÃO 2004 o décimo Grito Que bela concentração A energia desse povo Traz força e emoção BRASIL: MUDANÇA PRA VALER O POVO FAZ ACONTECER Políticas de inclusão Em 2005, o décimo primeiro Grito Um Grito forte e bem brasileiro Vai ecoar no mundo inteiro É o Grito para falar Das coisas que o império não pode dominar Gritamos com força, garra e esperança BRASIL: EM NOSSAS MÃOS A MUDANÇA Em 2006 décimo segundo Grito Multidões nas ruas a Gritar Participando e Construindo em Mutirão Um grande projeto Popular BRASIL, NA FORÇA DA INDIGNAÇÃO SEMENTES DE TRANSFORMAÇÃO Esses Frutos Vamos Saborear. 2007 já é o décimo terceiro Grito Mais um Plebiscito pra gente Votar Já basta de Privatização O Patrimônio Público vamos recuperar ISTO NÃO VALE! Queremos Participação No Destino da Nação O Leilão da Vale vamos Anular. Décimo Quarto Grito Em 2008 vamos gritar Para dizer ao mundo inteiro VIDA EM PRIMEIRO LUGAR É o lema a ser refletido E o tema tá garantido DIREITOS E PARTICIPAÇÃO POPULAR Décimo Quinto Grito 2009 - 15 Anos do Grito dos Excluídos/as Temos muitos motivos para comemorar 15 Anos de luta e de caminhada A VIDA EM PRIMEIRO LUGAR A FORÇA DA TRANSFORMAÇÃO ESTÁ NA ORGANIZAÇÃO POPULAR. Terezinha Santos, Sonia Freitas - Recife/PE, e Antonia Carrara - São Paulo/SP Este poema teve a primeira parte da construção no ano de 2005, no decorrer do 7º Encontro Nacional dos Articuladores do Grito dos/as Excluídos e desde então foi sofrendo acréscimos ano a ano.

    segunda-feira, 31 de agosto de 2009

    EAPJ retoma projeto de articulação no Setor Sapucaí

    Dia 23 de agosto de 2009, um dia que amanhece frio para os Santa-ritenses, mas um dia histórico e muito feliz para os grupos de jovens do Setor Sapucaí e para as pessoas que se interessam pelo trabalho pastoral com a juventude. Jovens lideranças e agentes de pastoral do Setor Sapucaí: Santa Rita do Sapucaí, Pouso Alegre, Congonhal, Cachoeira de Minas; se reuniram para discutir a rearticulação do Setor e a criação da Equipe Ampliada Arquidiocesana. O encontro teve início com uma oração seguida de um breve momento de reflexão sobre os projetos arquidiocesanos segundo a Nona assembleia Arquidiocesana da PJ. Logo foi aberta a discussão sobre a rearticulação do Setor e Criação da Equipe Ampliada. Cada grupo apresentou sua realidade e opinião sobre o assunto. Depois de muito debate, foi indicado dois jovens representantes do Setor na Arquidiocese: Natan (Cachoeira de Minas) e Aline (Congonhal). Esses jovens vão se reunir exporadicamente com a EAPJ para discutir estratégias de organização e serão acompanhados temporariamente pela EAPJ. Foi um pequeno passo, uma pequena semente lançada, mas há muito trabalho pela frente. É apenas o início de uma longa jornada e, ao mesmo tempo, não deixa de ser um momento histórico para a juventude, pois como diria a música de Jorge Trevissol, “Se a juventude viesse a faltar, o Rosto de Deus iria mudar...”.

    segunda-feira, 10 de agosto de 2009

    Grito dos/as Excluídos/as 2009

    “Vida em primeiro lugar: A força da transformação está na organização popular” - Grito dos/as Excluídos/as 2009 O Grito dos/as Excluídos/as é uma manifestação popular carregada de simbolismo, é um espaço de animação e profecia, sempre aberto e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos/as excluídos/as. Sua intenção é: Denunciar o modelo político e econômico que, ao mesmo tempo, concentra riqueza e renda e condena milhões de pessoas à exclusão social; Tornar público, nas ruas e praças, o rosto desfigurado dos grupos excluídos, vítimas do desemprego, da miséria e da fome; Propor caminhos alternativos ao modelo econômico neoliberal visando desenvolver uma política de inclusão social, com a participação ampla de todos/as cidadãos/ãs. O Grito se define como um conjunto de manifestações realizadas no Dia da Pátria, 7 de setembro, tentando chamar à atenção da sociedade para as condições de crescente exclusão social na sociedade brasileira. Não é um movimento nem uma campanha, mas um espaço de participação livre e popular, em que os/as próprios/as excluídos/as, junto com os movimentos e entidades que os/as defendem, trazem à luz o protesto oculto nos esconderijos da sociedade e, ao mesmo tempo, o anseio por mudanças. As atividades são as mais variadas: atos públicos, romarias, celebrações especiais, seminários e cursos de reflexão, blocos na rua, caminhadas, teatro, música, dança, feiras de economia solidária, acampamentos - e se estendem por todo o território nacional. Mais informações: http://www.gritodosexcluidos.org Autor/Fonte: www.gritodosexcluidos.org

    quinta-feira, 6 de agosto de 2009

    CARTA CIRCULAR DE DOM PEDRO CASALDÁLIGA

    Como Igreja queremos viver, à luz do Evangelho, a paixão obsessiva de Jesus, o Reino. Queremos ser Igreja da opção pelos pobres, comunidade ecumênica e macroecumênica também. O Deus em que acreditamos, o Abbá de Jesus, não pode ser de jeito nenhum causa de fundamentalismos, de exclusões, de inclusões absorventes, de orgulho proselitista. Chega de fazermos do nosso Deus o único Deus verdadeiro. “Meu Deus, me deixa ver a Deus?”. Com todo respeito pela opinião do Papa Bento XVI, o diálogo inter-religioso não somente é possível, é necessário. Faremos da corresponsabilidade eclesial a expressão legítima de uma fé adulta. Exigiremos, corrigindo séculos de discriminação, a plena igualdade da mulher na vida e nos ministérios da Igreja. Estimularemos a liberdade e o serviço reconhecido de nossos teólogos e teólogas. A Igreja será uma rede de comunidades orantes, servidoras, proféticas, testemunhas da Boa Nova: uma Boa Nova de vida, de liberdade, de comunhão feliz. Uma Boa Nova de misericórdia, de acolhida, de perdão, de ternura, samaritana à beira de todos os caminhos da Humanidade. Seguiremos fazendo que se viva na prática eclesial a advertência de Jesus: “Não será assim entre vocês” (Mt 21, 26). Seja a autoridade serviço. O Vaticano deixará de ser Estado e o Papa não será mais chefe de Estado. A Cúria terá de ser profundamente reformada e as Igrejas locais cultivarão a inculturação do Evangelho e a ministerialidade compartilhada. A Igreja se comprometerá, sem medo, sem evasões, com as grandes causas de justiça e da paz, dos direitos humanos e da igualdade reconhecida de todos os povos. Será profecia de anuncio, de denúncia, de consolação. A política vivida por todos os cristãos e cristãs será aquela “expressão mais alta do amor fraterno” (Pio XI ). Nós nos negamos a renunciar a estes sonhos quando possam parecer quimera. “Ainda cantamos, ainda sonhamos”. Nós nos atemos à palavra de Jesus: “Fogo vim trazer à Terra; e que mais posso querer senão que arda” (Lc 12, 49). Com humildade e coragem, no seguimento de Jesus, tentaremos viver estes sonhos no dia a dia de nossas vidas. Seguirá havendo crises e a Humanidade, com suas religiões e suas Igrejas, seguirá sendo santa e pecadora. Mas não faltarão as campanhas universais de solidariedade, os Foros Sociais, as Vias Campesinas, os movimentos populares, as conquistas dos Sem Terra, os pactos ecológicos, os caminhos alternativos da Nossa América, as Comunidades Eclesiais de Base, os processos de reconsiliação entre o Shalom e o Salam, as vitórias indígenas e afro y, em todo o caso, mais uma vez e sempre, “eu me atenho ao dito: a Esperança”. Cada um e cada uma a quem possa chegar esta circular fraterna, em comunhão de fé religiosa ou de paixão humana, receba um abraço do tamanho destes sonhos. Os velhos ainda temos visões, diz a Bíblia (Jl 3,1). Li nestes dias esta definição: “A velhice é uma espécie de postguerra”; não precisamente de claudicação. O Parkinson é apenas um percalço do caminho e seguimos Reino adentro. DOM PEDRO CASALDÁLIGA BISPO EMÉRITO DA PRELAZIA DE SÃO FÉLIX DO ARAGUAIA CIRCULAR 2009

    terça-feira, 4 de agosto de 2009

    BALANCETE FESTA JUNINA - PJ SETOR SAPUCAÍ

    quarta-feira, 29 de julho de 2009

    Carta Manifesto da Pastoral da Juventude

    Reunida no 2º CAF – Curso Arquidiocesano de Formação, no município de Cambuí (MG) entre os dias 17 e 19 de Julho de 2009, a Pastoral da Juventude da Arquidiocese de Pouso Alegre redigiu uma Carta Aberta na qual anuncia seu esforço de lutar pela dignidade da vida da juventude e "convoca a Assembléia Arquidiocesana de Pastorais de 2010 a olhar com carinho para o tema: Juventude em nossa Arquidiocese". Por fim, a Pastoral da Juventude se compromete em trabalhos de importância para a juventude na Igreja e Sociedade, com o objetivo de ajudar os jovens a assumirem sua identidade e se encontrarem com Jesus Cristo, o jovem de Nazaré. Sabemos que é um pequeno passo, uma pequena semente lançada já que há muito trabalho pela frente. É apenas o início de uma longa jornada e, ao mesmo tempo, não deixa de ser um momento histórico para a juventude, pois como diria a música de Jorge Trevissol, “Se a juventude viesse a faltar, o Rosto de Deus iria mudar...”. Carta Manifesto da Pastoral da Juventude “O meu pedido é que me conceda a vida, e o meu desejo é a vida do meu povo” (Ester 7, 3) Nós, jovens, participantes do 2º CAF – Curso Arquidiocesano de Formação. Vindos dos diversos Setores, Cidades e Paróquias de nossa grandiosa Arquidiocese de Pouso Alegre, acolhidos no chão sagrado do município de Cambuí, somos sujeitos de uma ação pastoral que privilegia e ama a juventude, pautados no Evangelho de Jesus Cristo e na vivência das primeiras comunidades cristãs. Suplicamos a toda a Igreja, leigos e leigas, presbíteros e diáconos de nossa Arquidiocese: “dá-nos dessa água pra beber” (Jo. 4, 7). Acreditamos que a vida jovem deve ser respeitada e construída cotidianamente como uma luta em favor da justiça e da paz, por isso, convocamos toda a Igreja da Arquidiocese de Pouso Alegre a renovar sua opção preferencial pelos jovens, e a dar o melhor de si no empenho pela sua evangelização, através da ESCUTA, COMPREENSÃO, AMIZADE E DA ORIENTAÇÃO para com a juventude. Apelamos aos padres, aos pais, aos religiosos, às religiosas, e às lideranças leigas de nossas comunidades para colaborarmos com vocês na participação da vida da Igreja e nos diversos setores da sociedade. Necessitamos de formação e acompanhamento pessoal para que tenhamos uma visão crítica da realidade para não tornarmos “massa de manobra” de ninguém. Exigimos um olhar mais carinhoso para com a juventude de nossa Arquidiocese, para que possamos demonstrar nosso verdadeiro amor por nossa Santa Igreja, através de nossa missão de evangelização e do anuncio do próprio Jesus ao jovem pelo próprio jovem. Para isso, suplicamos ao Revmo., Sr. Arcebispo Dom Ricardo Pedro Chaves Pinto Filho e a todo o Clero um trabalho específico para com nossa juventude, a fim de que possamos testemunhar Jesus na nossa vida e pelos lugares onde vivemos e convivemos. Ousamos sonhar com uma Igreja Jovem onde todos e todas possam glorificar nosso Deus pelo nosso testemunho e partilha, podendo assim desfrutar do verdadeiro encontro com Jesus, podendo saborear da fonte de vida eterna onde não teremos mais sede. Convidamos toda a Igreja a depositar sua confiança na Juventude a fim de colocarmos a serviço de Jesus Cristo e de sua Igreja através de nosso talento e criatividade. Confiamos em vocês para que, juntos, encontremos novos caminhos para o anúncio de Jesus Cristo e para a revitalização de nossa ação evangelizadora. Contamos com a solidariedade de todos. Assim, caminharemos juntos com coragem e esperança. Pedimos a Maria, a jovem de Nazaré, Mãe de Jesus e nossa, às santas e santos jovens, a intercessão por vocês e por todos que se dedicam, incansável e generosamente, à juventude de nossa Arquidiocese. Carinhosamente, Equipe Arquidiocesana da Pastoral da Juventude Arquidiocese de Pouso Alegre Cambuí – MG, 19 de Julho de 2009.

    segunda-feira, 27 de julho de 2009

    Ceará vai acolher o 13º Intereclesial das CEBs

    Com o voto de nove regionais da CNBB, o estado do Ceará foi escolhido para acolher o 13° Encontro Intereclesial das CEBs, em 2013. Além do Ceará (Regional Nordeste 1 da CNBB), São Paulo (Sul 1), com dois votos, e Paraná (Sul 2), com seis votos, concorreram para sediar o próximo intereclesial. O anúncio do Ceará como sede do 13° Intereclesial foi recebido com muita festa pelos nordestinos e demais participantes do encontro. Crato será a diocese anfitriã. fonte: http://www.pjmaringa.com.br/v9/geral/471-ceara-vai-acolher-o-13o-intereclesial-das-cebs.html

    sexta-feira, 24 de julho de 2009

    Aniversário do Grupo De Jovens JUC _ Bairro BH (Pouso Alegre)

    O Grupo De Jovens Juventude Unida Em Cristo (JUC) Convida O Seu Grupo Para Participar Da Comemoração Do Nosso Primeiro Aniversario O Qual Será Realizado Na Nossa Igreja Santa Rita De Cássia Do Bairro Belo Horizonte Na Cidade De Pouso Alegre No Dia 08 De Agosto De 2009 A Comemoração Festiva Dará Inicio As 14h00min Com Um Encontro Logo Após Teremos A Santa Missa Que Se Iniciará As 19h00min Ao final da Mesma Será O Encerramento. Contamos Com A Sua Presença!

    quarta-feira, 22 de julho de 2009

    Material para o Mês Vocacional e Semana da Família

    As Coordenações Arquidiocesanas da Catequese, da Família, da Juventude e Vocacional elaboraram um rico material para as comunidades celebrarem o Mês de Agosto. O grande objetivo é celebrar o mês vocacional não em seus grupos separados, mas juntos, rezando e refletindo a partir de uma proposta comum, somando forças na partilha das diferenças, testemunhando a experiência da união. O material foi escrito, pensando nas comunidades e pequenos grupos, por isso encontramos aqui sugestões de Celebrações da Palavra para os domingos, material variado para a animação da Semana da Família, sugestão de encontro com jovens e um tríduo catequético. A intenção é oferecer um material de apoio que a criatividade de nosso povo haverá de adaptar de acordo com cada realidade. Em sintonia com o Ano Catequético e com o processo de nossa Assembleia Arquidiocesana, queremos pedir como os discípulos de Emaús: "Fica conosco, Senhor!" fonte: http://arquidiocesepa.cjb.net/

    terça-feira, 21 de julho de 2009

    Regional Leste 2 abre inscrições de curso de inverno para jovens.

    O Instituto de Pastoral da Juventude do Regional Leste 2 da CNBB (Espírito Santo e Minas Gerais), promove, entre os dias 19 e 26 de julho, o Curso de Inverno 2009. A atividade é oferecida a jovens, a partir dos 15 anos de idade, e assessores do Regional inseridos nos diversos grupos que dinamizam a evangelização da juventude. Durante o curso serão ministradas as palestras Juventude e Relações de Gênero; Juventude e Segurança Pública, e o Divino no Jovem. Além das palestras, acontecerão no curso várias oficinas e noites sócio-culturais. “O objetivo do encontro é proporcionar à juventude momentos de partilha de experiências e de estudo de temas específicos da formação humana, pastoral e cidadã”, lembram os organizadores. O curso acontece no Instituto Santo Tomás de Aquino (ISTA), em Belo Horizonte (MG). Mais informações: fax: (31)2515-5453.

    2º CURSO ARUIDIOCESANO DE FORMAÇÃO

    A Pastoral da Juventude da Arquidiocese de Pouso Alegre realizou desde a última sexta-feira (17) mais uma edição do Curso Arquidiocesano de Formação (CAF). O encontro foi marcado por dinâmicas, músicas, oficinas, orações e confraternização. Os 49 jovens que estiveram participando do encontro foram divididos em duas turmas e passaram por oficinas que abordaram dinâmicas, músicas e Espiritualidade enfatizando as dimensões da formação integral do jovem, como propõe o documento Nº 85 da CNBB (Evangelização da Juventude). Assessorados pelos jovens Miguel e Wellington do IPJ (Instituto Pastoral da Juventude) de Belo Horizonte/MG. Ao final do Encontro os participantes redigiram uma Carta Aberta da Juventude pedindo que os participantes da Assembleia Arquidiocesana de Pastorais 2010 olhem com mais carinho para o tema JUVENTUDE na Arquidiocese de Pouso Alegre e recordaram no momento de oração os trabalhos realizados, o aprendizado oferecido pelas oficinas, as novas amizades e também o interesse dos participantes demonstrado durante o curso. O RELATÓRIO FINAL JÁ ESTÁ DISPONÍVEL: http://www.scribd.com/doc/17748133/Relatorio-Final-2-CAF-Arquidiocese-de-Pouso-Alegre?secret_password=3ix5vrz2njsoi74x3ky CARTA MANIFESTO: http://www.scribd.com/doc/17748130/Carta-Manifesto-Da-Juventude-Arquidiocese-de-Pouso-Alegre?secret_password=2gk1d4fmijgdjwkrgivm

    segunda-feira, 20 de julho de 2009

    O frágil e poderoso Michael Jackson, por Pe. Zezinho, scj

    Falar de mídia sem falar deles seria omissão. Falar deles na mídia, sem falar de limites seria ingenuidade. Brancos ou negros, são nomes que marcaram época, alguns desde a infância. Judy Garland, Frank Sinatra, Marilyn Monroe, Elvis Presley, Os Beatles, Madonna e Michael Jackson ganharam fortunas com a beleza, a voz, com a cintura e com os pés. Deixaram o seu recado. E pagaram um alto preço pelo caminho que trilharam. Mas os críticos são unânimes em dizer que Michael Jackson na era digital de altíssima tecnologia, foi o mais expressivo e o mais revolucionário de todos. Tornou a música visual, mais do que Elvis que a tornou corporal. Todos foram rebeldes, todos deixaram suas marcas, e alguns deles tiveram vidas e mortes trágicas. Não seria exagero dizer que a fama os matou. É preciso ter força interior e um projeto de vida maior do que a fama e a mídia para derrotá-las. Mídia e fama são como tsunamis. Avolumam-se e engolem quem não sabe dos limites ou das margens. Não tem para onde fugir. Michael Jackson foi mais uma das vítimas da falta de limites e margens da mídia. No palco, ele foi poderoso. Buscava o melhor e o bem feito. Profissionalíssimo, era um perfeccionista. Não havia erros. Nas finanças e na mídia, imbatível até que o dia em que começaram a lhe cobrar o preço de sua não conformidade com seja lá o crime de que o acusam. A justiça diz não ter achado provas. Forte na arte, na vida era de uma fragilidade que dava dó. Quando morreu, a 25 de junho, com o médico ao lado, supostamente de overdose de remédio, tinha dominado, como nenhum outro astro jamais o fizera, as técnicas da mídia. Daqui a vinte anos ele ainda soará inovador e criativo. Ninguém melhor do que ele conjugou o sonoro com o visual. O menino punido pelo pai, pressionado até à exaustão para ser perfeito tornou-se um dos maiores artistas de toda a história humana. Teve os instrumentos e fez uso deles. Chegou a quase 2 bilhões de pessoas. Cantor e dançarino de vastos recursos, ele mudou a mensagem do corpo e recriou a dança popular. Mereceu o título de artista pop. Mercadejou e mercantilizou bem. Fez o mundo dançar. Encarnou a festa do corpo e do som. E ele sabia disso! Dominava os passos, o som e os ritmos, mas parecia não ter domínio sobre sua corporeidade: não se aceitava, embora usasse o corpo de maneira esplendida. Mexeu com ele e com o corpo de bilhões de pessoas, mas acabou, também, mexendo demais no próprio corpo. Tanto interferiu que o deformou. Na época do botox e do silicone, sirva de exemplo o que se deu com ele. Mas é conselho que o desespero pela estética mais do que a busca da ética não será seguido. Não importam as conseqüências. Quem persegue o corpo perfeito acabará injetando substâncias químicas nele. O preço? Pagam o que for preciso para por alguns anos desfilarem como reis e rainhas da era da estética… Michael Jackson disse que tinha motivos. Respeitemos sua angústia, mas lembremos aos que acham ter motivos que, mais cedo ou mais tarde, o corpo reage. Dele se pode afirmar que, se soube atuar com o corpo, não soube situar-se com ele. Festejou a vida, mas não soube vivê-la. Quis dela mais do que a vida pode dar. Era figura altamente controvertida. Processado, tido como vítima inocente, às vezes visto como monstro, julgado à revelia pela mídia que antes o exaltara, inocentado, explorado, perdeu parte da sua enorme fortuna para resolver seus gigantescos problemas. Foi anjo? Foi demônio? Nem um nem outro, Foi um frágil ser humano que não resistiu ao peso da indústria do espetáculo e da fama. Fez enorme bem, e nisso parecia São Francisco. Acusaram-no de haver feito irreparável mal. E nisso o viam com um jovem Rasputin. Mas foi inocentado. A justiça não tinha provas. Morreu dizendo-se inocente. Uma parte da mídia o odiava, a outra o amava. Assim, o povo. Vendeu mais de 700 milhões de álbuns. Nunca ninguém alcançou isso na história do espetáculo. Se os Beatles se proclamaram mais famosos que Jesus, ele foi mais famoso do que os Beatles. Daqui a 2 mil anos veremos o quanto resistirá esta fama. De qualquer forma, Michel Jackson ensinou três gerações mais a dançar do que a pensar. Passou pelos avós, por filhos e por netos. Será lembrado nas enciclopédias como alguém que mudou a historia do corpo, do canto, da dança, do som, do vídeo e do espetáculo. Veio para mexer e mexeu com gerações. Mas pagou altíssimo preço pela opção que fez. Perdeu a liberdade. Nunca pode ser ele mesmo. Não podia sair de casa a não ser com guarda-costas. Não sabia não ser e também não sabia ser ídolo. Queria ser simples, mas não lho permitiam. O show tinha que prosseguir. Quando criança, o pai lhe proibia quase tudo e ele era obrigado a ensaiar exaustivamente. Quando adolescente, a fama o mantinha isolado. Isolado, morreu depois de ter criado e vendido um parque onde ao menos podia viver suas fantasias. Nos últimos anos, poucos viram o seu rosto. Poucos conhecem o rosto de seus familiares. Michael Jackson é mais uma das grandes vitimas dos barbitúricos, da solidão, da fama e da bilionária indústria do espetáculo. A fama é um trem e quem quiser carona no vagão especial, que pague o preço! E quando mais perto da locomotiva estiver o vagão, mais caro o preço. Mas o desejo de ser aplaudido é tanto que poucos se dão conta da fatura que terão que pagar. Serve para crentes e para não crentes. Lembremo-nos de Marilyn Monroe, de Elvis Presley e Michael Jackson, mas lembremo-nos também de Jim Jones e da Freirinha do Dominique-nique-nique… Elvis era evangélico, Michael tornou-se muçulmano, Jim Jones fundou uma Igreja messiânico-pentecostal e se matou depois de envenenar 800 do seus fiéis. A Irmã Sorriso deixou o claustro para morrer suicida ao lado de sua companheira. Em algum lugar do caminho a religião parece não ter ajudado nem a um nem a outro. Celebridade nem sempre rima com felicidade! Vem tudo com juros extorsivos. Ele tornou-se um ícone e ícones acabam guardados a sete chaves. As chaves que o isolaram do mundo foram muito mais do que sete; e tão cheias de segredos impenetráveis eram que acabaram por jogá-lo numa redoma. Cantou muito, dançou muito e quase nada falou. Morreu sem ter se explicado a si mesmo e ao mundo. Deus o entende. Que o maior artista dos últimos tempos e, talvez, de todos os tempos pela repercussão que alcançou, descanse em paz, depois de ter sido ouvido e visto por dois em cada 6 seres humanos do planeta. Ele e Elvis Presley e Marilyn Monroe, têm muito a conversar lá, onde agora estão. Morreram de overdose. Não estavam felizes. Tinham tudo, mas não tinham a si mesmos. Jesus alertou para isso. De que adianta alguém ganhar o mundo inteiro se perde a sua identidade? (Mt 16, 26) Neste mundo eles interpretaram o povo, a mídia e as aspirações e loucuras do seu tempo, mas, depois que caíram nas mãos da implacável indústria do espetáculo, papel assinado, não tiveram mais como ser eles mesmos. Havia uma voz, uma canção, um charme e um corpo a ser vendido… Há um tipo de mídia que mata, a curto e em longo prazo. Se o cantor não sabe quando parar a mídia também não sabe: suga-o até à ultima gota. Michael Jackson virou, desde criança, produto de consumo! Se ele quis isso, nunca saberemos. Só sabemos que foi levado a isso e não soube dizer não. Feliz de quem o consegue. A palavra é “limite”.

    quarta-feira, 8 de julho de 2009

    Material Semana do Estudante 2009

    Olá, gente amiga! Atenção durante a próxima semana os materiais já estarão chegando aos Regionais. Por hora, já podemos ter em mãos o material em PDF: http://www.4shared.com/file/116594818/a7880da9/Semana_do_Estudante_2009.html A Semana do Estudante ocorre sempre na semana do dia 11 de agosto, que é considerado historicamente o Dia do Estudante. Desde 2003, as Pastorais da Juventude do Brasil organizam uma atividade a ser realizada, em âmbito nacional, para comemorar esta data e propiciar maior engajamento dos estudantes no que diz respeito às problemáticas de sua escola, do mundo da educação e da sociedade em geral. Vamos nos organizar e Preparar nossos eventos... Abraço fraterno

    Pastoral da Juventude na Rádio Difusora - Pouso Alegre

    A Equipe Arquidiocesana da Pastoral da Juventude - Arquidiocese de Pouso Alegre concederá À RADIO DIFUSORA DE POUSO ALEGRE neste sábado, dia 11 de Julho, divulgando nossos trabalhos na Arquidiocese e o 2º Curso Arquidiocesano de Formação. Pedimos a divulgação para que possamos propagar a PJ em toda a Arquidiocese de Pouso Alegre.

    sexta-feira, 3 de julho de 2009

    DIA NACIONAL DA JUVENTUDE 2009

    Tema: Contra o extermínio da juventude, na luta pela vida Lema: “Juventude em marcha contra a violência” Neste ano completamos 24 DNJs acontecidos. Alegra-nos o testemunho e a persistência das Pastorais da Juventude ao ser voz das multidões silenciadas; ao pautar temáticas na defesa da vida e dos direitos juvenis, confrontando com o modo pelo qual a juventude é considerada pelo estado brasileiro, pela sociedade, pelas famílias, pela Igreja. É hora de avançar! O DNJ já não encontra mais sentido isoladamente. Ele se liga à Campanha da Fraternidade – que acontece durante a quaresma e às atividades permanentes das PJs: Semana da Cidadania – de 14 a 21 de abril e Semana do/a Estudante – 09 a 15 de agosto. O DNJ é parte de um todo maior que busca a dignidade jovem; ele celebra as lutas anuais dos/as jovens organizados; é a mobilização maior, concentrando multidões de jovens que buscam novas relações de vida pautadas na justiça social, no poder popular, na legitimidade da diversidade, no protagonismo juvenil, na educação libertadora, na construção da paz. O SUBSÍDIO Para contribuir na reflexão e preparação para o DNJ, o subsídio contém três roteiros de encontros e uma celebração. Somos convidados a refletir nos encontros sobre as temáticas: a violência entre os jovens e a exclusão social, o extermínio da juventude e a redução da maioridade penal e jovens construtores da paz e da justiça. Após os encontros temos uma proposta de celebração com o objetivo de rezar a caminhada da juventude contra a violência, na esperança e alegria cristãs. Com a intenção de disponibilizar um material que seja proveitoso para a reflexão do DNJ 2009, foi elaborado um subsídio com poesias, dinâmicas, músicas, citações bíblicas, textos e ainda indicações de sites, livros e filmes. Este material foi construído por muitas mãos, sonhando levar a nossa juventude uma reflexão sobre um tema que está presente em nosso cotidiano. Mãos à obra! Vamos lá, agora é a nossa vez de fazer acontecer. Que o clamor na luta pela vida de todos seja o nosso ideal. Por apenas R$ 1,90* a unidade. O CARTAZ 60x40cm POR APENAS R$ 0,90* a unidade. Cartaz Personalizado Para quantidades acima de 200 (duzentos), o CCJ poderá inserir a divulgação do evento de sua diocese como programação, local, horário e etc. Dessa forma, seu cartaz ficará personalizado e sua divulgação será mais informativa e bonita. Só serão aceitos pedidos de cartazes personalizados até o dia 30 de setembro. A partir de R$ 1,10** a unidade. O ADESIVO O adesivo do DNJ 2009, possui 10x15 cm. Com a mesma arte do cartaz, para que você possa colar na agenda, em cadernos e etc. Por apenas R$ 0,70* a unidade. Pedidos: Os pedidos de material do DNJ deverão ser feitos diretamente ao CCJ conforme orientações no verso. O material estará pronto para venda e distribuição a partir do dia 13 de julho, faça já seu pedido através do telefone: (11)2917-1425 com Felippe, via e-mail: livraria@ccj.org.br ou pelo site www.ccj.org.br. Observações: Mesmo com o grande aumento dos materiais no setor gráfico, o CCJ com muito esforço e consciente das dificuldades de grande parte dos grupos de jovens, conseguiu manter os materiais do DNJ com valores acessíveis. Tudo para propiciar um bom trabalho a “nossa linda juventude”. * Valores sem taxa de correio ou transporte. A taxa de envio será cobrada a parte. Para saber o valor da entrega, favor entrar em contato com o CCJ pelo telefone (11) 2917.1425 ou pelo e-mail: livraria@ccj.org.br. ** Valor da personalização em 01 cor (preto) e mínimo de 200 cartazes. Para personalização colorida ou outras quantidades, consulte-nos. Você pode fazer seu pedido das seguintes formas: Pelo nosso site: o material do DNJ está disponível para compra em nossa Livraria e você já consegue calcular o valor do envio pelos Correios. Muito mais simples, prático e rápido. www.ccj.org.br Por telefone ou e-mail e fazendo um depósito no Banco Itaú, Agência 0149 - Conta corrente 40267-9 ou Banco Bradesco, Agência 1362-5 - Conta corrente 25369-3 e envie o recibo de depósito, via fax, carta ou e-mail (livraria@ccj.org.br – Fone/fax: (11) 2917-1425), colocando seu nome e diocese. Enviando seus dados abaixo solicitados, seu pedido e um cheque nominal cruzado ou comprovante de depósito ao Centro de Capacitação da Juventude: Rua Bispo Eugênio Demazenod, 463A - São Paulo - SP - CEP: 03206-040. Em todas as opções é importante antes verificar e confirmar o valor do envio do pedido (Correios ou Transportadora) na Livraria do CCJ. Maiores informações: (11)2917-1425 ou e-mail: livraria@ccj.org.br com Felippe.

    quarta-feira, 1 de julho de 2009

    ANUNCIADA ASSESSORIA PROVISÓRIA DO SETOR JUVENTUDE DA CNBB

    Os padres Wander Torres Costa, da arquidiocese de Mariana (MG), e Carlos Sávio da Costa Ribeiro, da arquidiocese de Natal (RN), vão auxiliar dom Eduardo Pinheiro na assessoria do Setor Juventude da CNBB. O anúncio foi feito nesta segunda-feira, 29, por dom Eduardo, bispo responsável pelo Setor. O cargo de assessor do Setor ficou vacante com o assassinato do padre Gisley Azevedo Gomes, no dia 15 de junho. Na semana passada, dom Eduardo se reuniu com os dois padres na sede da CNBB para discutir a agenda do Setor e distribuir os trabalhos entre a equipe. “Mesmo não sendo liberados de seus trabalhos diocesanos para a função que agora assumem, Pe. Wandinho e Pe. Sávio se mostraram solícitos em colaborar naquilo que puderem para que o Setor Juventude em suas pastorais da juventude, movimentos, serviços, parcerias, etc, continue com a sua bonita caminhada tão bem conduzida, até então, por este nosso irmão que, agora, nos acompanha na eternidade com sua ternura jovem”, disse dom Eduardo num comunicado enviado à juventude. fonte:CNBB

    segunda-feira, 29 de junho de 2009

    FESTA JULINA - PASTORAL DA JUVENTUDE

    sexta-feira, 26 de junho de 2009

    Campanha de Agasalho - Congonhal

    O grupo JUCAFE, Pastoral da Juventude de Congonhal, realizou uma campanha para arrecadar agasalhos e matérias a serem posteriormente distribuídos as pessoas carentes da cidade. O Grupo contou com cerca de 20 jovens envolvidos que atuaram na Campanha. O resultado final da arrecadação resultou numa grande quantidade de material recolhido: peças de roupas, pares de calçados e cobertores. Todo esse material arrecadado, foi distribuído para as famílias que precisam se proteger do frio e ainda, encaminharam materiais para os desabrigados do Nordeste, com o auxílio dos Correios. A distribuição foi feita no Centro Paroquial de Congonhal. Parabéns pelo trabalho desenvolvido moçada!!!

    quinta-feira, 18 de junho de 2009

    Homenagens e emoção na missa de corpo presente do pe Gisley

    Emoção, dor, tristeza, esperança. Esse foi o clima que marcou a missa de corpo presente do padre Gisley Azevedo Gomes, celebrada na tarde de ontem, 17, na paróquia Santa Cruz e Santa Edwiges, em Brasília. “A CNBB, representada por mim e pelos meus irmãos bispos aqui presentes, quer manifestar seu reconhecimento ao padre Gisley por sua dedicação, seu amor, sua doação à Pastoral da Juventude e ao Setor Juventude da CNBB”, disse o presidente da CNBB, dom Geraldo Lyrio Rocha, que presidiu à missa, tendo ao seu lado, dom Luiz Soares Vieira e dom Dimas Lara Barbosa, respectivamente, vice-presidente e secretário geral da CNBB. “O padre Gisley sempre foi um homem de Deus, vivenciando as dores e as mazelas da juventude, mesmo assim lutava e batalhava para que estes jovens saíssem da atual conjuntura de pobreza, marginalização e violência. Só superou todas as barreiras porque graças ao amor, compreensão e dedicação atuava ao lado destes [jovens], sem nunca se esquecer do Evangelho”, afirmou o presidente da CNBB, destacando a “vivacidade e competência do padre Gisley em atuar com os jovens”.Dom Eduardo Pinheiro Dom Eduardo Pinheiro Durante a homilia, o bispo responsável pelo Setor Juventude da CNBB, dom Eduardo Pinheiro, não escondeu a emoção que o levou às lágrimas. Em tom fraterno e amigo, como que conversou com o padre Gisley, exaltando seu empenho na defesa da vida dos jovens e seu ardor missionário junto à juventude. “Entre dores e sofrimentos, ousamos, ao lado do padre Gisley, celebrar e cantar a vida. Obrigado, padre Gisley, por nos comunicar o ardor da vida, por nos convencer a construir a paz”, disse dom Eduardo. Dom Eduardo lembrou, ainda, a determinação do padre Gisley em “galgar paulatinamente” metas e objetivos que melhorariam a vida dos jovens na Pastoral. “Em quantas oportunidades me peguei pensando nas grandes atitudes tomadas por Gisley na Pastoral da Juventude? Quantas vezes ele me surpreendeu com ideias fantásticas, quando não havia mais esperanças? Um homem dedicado a Deus e querido por todos os que o cercavam, seja na CNBB ou na Pastoral, seja nas comunidades mais humildes onde atuava”, recordou. “Por isso digo que quem promove a paz é chamado de filho de Deus. Padre Gisley, você promoveu a paz, por isso, meu querido irmão, você foi um filho de Deus. Obrigado padre Gisley”, disse, referindo-se ao texto do evangelho proclamado na celebração. “Continue nos ajudando, padre Gisley, a defender a vida dos jovens fazendo com que desapareça a violência do mundo. Você estará ao lado de Dom Mauro, Dom Helder, Dom Luciano. Você, padre Gisley, continuará intercedendo por nós, lutando pela vida da juventude”, sublinhou dom Eduardo. Na conclusão de sua homilia, dom Eduardo reafirmou o compromisso da Igreja com a vida da juventude. “Nada de negativo neste mundo vai nos fazer deixar de acreditar na vida. Vá em paz, padre Gisley! Lembre-se de nós”, concluiu. Homenagens Ao final da celebração, foram prestadas breves homenagens ao padre Gisley. O secretário geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, leu a nota que a CNBB emitiu na terça-feira, 16. “Reafirmamos a urgência de toda a sociedade se mobilizar para por fim à violência que ceifa vidas tão precocemente”, afirmou o secretario geral. Dois jovens leram a Carta das Pastorais da Juventude que propõe a “Campanha Nacional contra o extermínio da juventude” com o tema “Juventude em marcha contra a violência”. As homenagens foram encerradas com um canto que levou os presentes às lágrimas. “O rosto de Deus é jovem também e o sonho mais lindo é ele quem tem. Deus não envelhece, tampouco morreu, continua vivo no povo que é seu. Se a juventude viesse a faltar, o rosto de Deus iria mudar”, diz o refrão da música. Após a missa, o corpo do padre Gisley seguiu para a cidade de Morrinhos (GO), sua terra natal, onde será sepultado. Fonte: CNBB

    quarta-feira, 17 de junho de 2009

    Homenagem ao Padre Gisley

    Amigos e amigas, tudo que se diga é de menos. Deixa que diga, contudo, um pouco das minhas lágrimas. Fazia tempo que não chorava tão profundo... O dia todo, de espaço em espaço... Choro duplo: por Gisley amigo, dedicado, querido, lutador... e por esta juventude que faz esse tipo de coisas. Falta muita coisa por ser feita... Mesmo que nos matem... É verdade que somos doidos encantados pela juventude! E não só a juventude boazinha, que reza, que faz coisocas... Por esta juventude que mata porque não foi amada... Uma juventude que nem sabe que é amada A grande criminosa é a sociedade que não se ama e, por isso, produz estes frutos que a gente, neste momento, só pode chorar Infelizmente também nós, também a Igreja, também a Pastoral da Juventude é culpada por esta crueldade. Eles que pareciam estar tão longe, de repente entram em nossa casa... Vontade de abraçar estes meninos e dizer: "Menino! nós te queremos bem..." Mas eles vão sofrer... Provavelmente vão ser mortos também. Que desgraceira! E fico pensando em D. José Mauro, o mártir do Documento sobre a evangelização da Juventude E fico olhando, agora, para o amigo Gisley, mártir daquilo que deveríamos ter começado há muito tempo deixando querelas bobas em vez de irmos ao encontro desses que precisam de nosso afeto. Por P. Hilário Dick S.J. 16 de junho de 2009

    LUTO E EM MARCHA CONTRA A VIOLÊNCIA

    "Nós cristãos colocamos às claras, e à nossa vista, o crucificado. Todos os dias olhamos para ele, assassinado no madeiro. E porque fazemos isto? Por que olhar para a cruz nos obriga a recordar o que nosso pecado produziu. Ela não é obra do Pai, nem Jesus a quis. A cruz é uma invenção da humanidade. É uma maneira terrível de assassinar opositores inventada pelos romanos. E é para ela que olhamos todos os dias, e o fazemos porque nos lembra a capacidade que temos em sermos cruéis. Pois fomos nós, humanidade, que traímos o Mestre, o julgamos injustamente, o negamos e o condenamos à morte. Olhamos para ela, pois “como Moisés levantou a serpente no deserto, assim também será levantado o Filho do Homem, a fim de que todo o que nele crer tenha vida eterna”. (Jo 3,14-15). Olhamos e nos curamos, pois vemos nela o pior e o melhor da humanidade: a maldade dos seres humanos, e o infinito amor com que Ele – o HUMANO DE VERDADE – amou até o fim. “Eles olharão para mim. E por quem tiverem trespassado, eles hão de chorar como se chora por um filho único, ficarão de luto por causa dele como se fosse o primogênito.” (Zc 12,10). Olhemos, portanto, para Ele – o crucificado – uma vez mais. Porém, não naquele madeiro, mas sim na cruz da juventude, que jaz assassinada em Curitiba e região, nas nossas praças, ruas e campos, às dezenas cada semana, centenas e milhares a cada ano. Olhemos para os jovens, sem desviar o rosto. Olhemos o Hiago - metralhado; Marcos Aurélio – oito tiros; Wellington – tiro no rosto; o executado Charlles; Mikiel – esfaqueado; Guilherme – morto pela polícia; Felipe – tiro na cabeça, GISLEY, PADRE (acrescentei agora) e outros tantos sem nome... sem quem os chore. Sem quem se ocupe e preocupe com sua falta. Se não nos tocam essas mortes, se cada um destes jovens não nos causa amargo na boca, a cruz de Cristo perdeu seu sentido para nós. Olhemos, portanto, para a cruz amarga da juventude de nossas cidades, cruelmente ocultada, mas que nós, jovens da Arquidiocese de Curitiba, queremos ter diante dos olhos e mostrar para nossa sociedade. " Em Cristo! Por: PE. ALEXSANDER CORDEIRO LOPES Vice-Reitor do Seminário São João Maria Vianney

    Corpo do padre Gisley será sepultado em Morrinhos

    Uma missa às 7h nesta quarta-feira, 17, na Igreja de Santa Cruz e Santa Edwiges (W 5 Sul, Quadra 905), em Brasília, homenageará o padre Gisley Azevedo Gomes, 31, encontrado morto nesta terça-feira, 16, nas proximidades de Brazlândia, cidade satélite de Brasília (DF). A missa terá a participação dos bispos do Conselho Permanente e dos assessores da CNBB, que se encontram reunidos na sede da Conferência. Após a missa, o corpo segue para a cidade de Morrinhos (GO) onde será sepultado, possivelmente no final da tarde, segundo informações da família. Segundo a polícia que investiga o caso, padre Gisley levou um tiro no rosto e dois na cabeça. O seu carro foi encontrado pela polícia na noite de ontem. Foram presos quatro suspeitos e dois deles já confirmaram participação no latrocínio. O religioso estava desaparecido desde ontem pela manhã. Terminada a missa, o secretário geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, e o provincial da Congregação dos Sagrados Estigmas, padre Eriberto Xavier dos Santos, darão uma entrevista coletiva na paróquia onde será realizada a celebração. Padre Gisley era assessor nacional do Setor Juventude da CNBB há pouco mais de dois anos. Natural de Morrinhos (GO), o religioso era filho de Sebastião Azevedo Gomes e Sebastiana Maria Gomes. Ele fez sua profissão religiosa pela Congregação dos Sagrados Estigmas de Nosso Senhor Jesus Cristo (Estigmatinos) em 23 de janeiro de 2004 e foi ordenado padre em 29 de maio de 2005. fonte: CNBB

    Assessor nacional da juventude, padre Gisley, é assassinado em Brasília

    No mesmo instante em que promove uma campanha nacional contra a violência, a Pastoral da Juventude recebeu hoje (16) a notícia do assassinato do padre Gisley Azevedo Gomes, sacerdote que ajudava no planejamento dessa atividade e que há dois anos exercia a função de assessor nacional do Setor Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). As Pastorais da Juventude do Brasil também se manifestaram em nota lamentando a morte do padre Gisley, cujo corpo foi encontrado na tarde desta terça-feira, 16, nas proximidades de Brazlândia, cidade satélite do Distrito Federal. "Junto com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil afirmamos que, lamentavelmente, Pe. Gisley foi vítima da violência que ansiava combater e gritamos com força e coragem que toda a vida tem o mesmo valor, que é urgente enfrentar os grandes debates de segurança pública e que a nossa marcha só se agiganta com a força do seu martírio", afirma um dos trechos da nota. Leia, abaixo, a nota das Pastorais da Juventude do Brasil É com dor e sofrimento que externamos o nosso mais sincero pesar pela tragédia do assassinato do querido Pe. Gisley, assessor do Setor Juventude da CNBB, que há pouco mais de dois anos nos acompanhava na caminhada conjunta das Pastorais da Juventude do Brasil. O Pe. Gisley foi morto na noite de ontem, naquilo que as investigações apontam até o momento tratar-se de um latrocínio (roubo seguido de morte). No último mês de maio, estivemos juntos no nosso Seminário Nacional, na cidade de Guararema, SP, discutindo a Campanha contra a violência e o extermínio da juventude e celebrando o quarto ano de ordenação do querido Gisley, que nos falou da alegria de doar a própria vida na causa da juventude. Nesse momento, quando comunicamos o seu assassinato, fazemos memória de todo o seu empenho na luta pela juventude, de suas palavras corajosas na defesa da vida e, sobretudo, do seu compromisso com a bandeira da justiça e da paz. Junto com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil afirmamos que, lamentavelmente, Pe. Gisley foi vítima da violência que ansiava combater e gritamos com força e coragem que toda a vida tem o mesmo valor, que é urgente enfrentar os grandes debates de segurança pública e que a nossa marcha só se agiganta com a força do seu martírio. No momento em que iniciamos uma Campanha contra a Violência e o Extermínio de Jovens, a notícia da morte de Pe. Gisley, um dos maiores entusiastas desse projeto, nos desafia a avançar para águas mais profundas, a reafirmar que as nossas lágrimas regarão com esperança o chão da dura realidade para sempre sonhar com a utopia de uma sociedade justa e igual, assim como afirmou conosco o Pe. Gisley na Carta das Pastorais da Juventude do Brasil. A tragédia que se abateu entre nós, das Pastorais da Juventude do Brasil, nos desafia a denunciar a força com que a violência tem ceifado a vida de milhares de jovens em todo o país. No último e-mail que nos enviou, um dia antes de ser assassinado, Pe. Gisley falou do seu entusiasmo com a luta contra o extermínio, e, como um mártir, profetizou: “Agradeço pelo empenho de tantas vozes dispersas até agora! Vamos juntos/as gritar, girar o mundo. Chega de violência e extermínio de Jovens.” Que o seu grito ecoe e que a sua mensagem não seja esquecida. Unimos-nos à dor de familiares e amigos de Pe. Gsley e rezamos para que o Deus Pai-Mãe da Vida os conforte nesse momento de sofrimento e mostre a paz verdadeira. Desejamos que a memória corajosa desse homem comprometido com a vida e com a juventude nos alimente e dê coragem para continuar a caminhar. Na inspiração profética da luta em defesa da vida seguimos na luta por pão, poesia e liberdade, esperançosos/as na Ressurreição do Cristo e certos/as de que o novo dia virá. Sob as bênçãos da Virgem de Guadalupe dos Santos Mártires da América Latina. Senhor do Bonfim - BA, 16 de junho de 2009 Maria Aparecida Jesus Silva (Cidinha) Equipe Nacional das Pastorais da Juventude do Brasil Felipe da Silva Freitas Campanha Nacional contra a violência e o extermínio da juventude Fonte: CNBB

    sexta-feira, 12 de junho de 2009

    CAF é o Curso Arquidiocesano de Formação para Juventude da Arquidiocese de Pouso Alegre, idealizado e organizado pela Pastoralda Juventude Arquidiocesana. Nesse ano temos como tema: JUVENTUDE ROSTO DINAMICO DE DEUS, com oobjetivo de formar coordenadores e/ou coordenações de grupos de base ara exercerem organizadamente seus trabalhos nas paróquias. Precisamos de patrocínio para algumas coisas,para realizarmos esse trabalho para DEUS e por amor à juventude, precisamos de ajuda por que um povo não cresce sozinho. O lema do nosso curso será "..Juventude, rosto do mundo, teu dinamismo logo encanta quem te vÊ...",e será realizado no periodo de 17 à 19 de julho de 2009,contamos com a ajuda de patrocinadores e de outras pessoas que se sentirem usadas por DEUS para nos ajudar a realizar esse grande trabalho;AMÉM. equipe Arquidiocesana da Pastoral da Juventude

    FESTA DO CORPO E SANGUE DE CRISTO*

    A Solenidade de "Corpus Christi" foi instituída pelo Papa Urbano IV com a Bula “Transiturus de hoc mundo” de 11 de agosto de 1264, para ser celebrada na quinta-feira após a Solenidade da Santíssima Trindade, que acontece no domingo depois de Pentecostes. Antes de se tornar Papa, Urbano IV foi o cônego Jacques Pantaleón, arcediago do Cabido Diocesano de Liège na Bélgica, que recebeu o segredo das visões da freira agostiniana, Juliana de Mont Cornillon, que exigiam uma festa da Eucaristia no Ano Litúrgico. A festa mundial de "Corpus Christi" foi decretada em 1264, 6 anos após a morte de irmã Juliana em 1258, com 66 anos. Santa Juliana de Mont Cornillon foi canonizada em 1599 pelo Papa Clemente VIII. Desde esta dada é celebrada a Solenidade do Corpo e Sangue do Senhor em todas as Igrejas. Em horários diversos, cada Igreja celebra a missa e em seguida a procissão com a hóstia consagrada naquela missa. O caminho pelas ruas da cidade ou quando não é possível dentro do próprio templo, significa que Jesus Eucarístico não está preso no sacrário e sim caminha conosco como “pão vivo descido do céu para a vida do mundo”. A Procissão nos faz recordar a caminhada do povo de Deus, que liberto da escravidão egípcia, vai ao encontro da terra prometida. Deus nunca abandona o seu povo, envia o seu Filho Jesus como caminho, verdade e vida, e ao mesmo tempo o seu Filho quis continuar no meio de nós como um sinal visível, sob as espécies de pão e de vinho. Na última ceia, quando se despede dos seus, deixa uma missão perene para aqueles e para os que depois deles continuariam a missão de evangelizar. Tendo nas mãos o pão e o vinho, depois de ter dado graças a Deus Pai, entregou aos seus discípulos dizendo: “Isto é o meu Corpo; isto é o meu Sangue. Fazei isto em memória de mim”. O sinal visível, comível, pão e vinho são transformados em corpo e sangue do Senhor. O mandato é perpétuo como foi perpétua a celebração da páscoa judaica. “Este dia será para vós um memorial, e o celebrareis como uma festa para o Senhor; nas vossas gerações a festejareis; é um decreto perpétuo”(Ex 12,1-14). Assim, Jesus no novo testamento transforma aquela festa, numa festa do seu corpo e do seu sangue dado e derramando para a remissão de todos. A memória agora não é mais da libertação do Egito e sim a libertação definitiva que Jesus realizou no mistério Pascal. Por isso a festa de “Corpus Christi” é uma atualização, um memorial que jamais passará. Não é um teatro onde se representa uma cena do passado e tudo fica como antes. Em cada missa se atualiza de forma real a presença de Jesus, na forma de pão e de vinho, sinais que nos levam a contemplar com os olhos da fé e adorar, porque é o mesmo Jesus, da Palestina, de Nazaré, de Belém. É “pão vivo descido céu; e quem comer deste pão viverá para sempre”. Então, a homenagem que fazemos hoje a Jesus, com tapetes, com cantos, com procissão é para manifestar nosso reconhecimento e nossa adoração. Ao mesmo tempo recordar que Jesus se fez e faz comida e bebida, alimento da caminhada. Nenhum povo tem um “Deus igual ao nosso Deus” capaz de se fazer um de nós e dar-se perpetuamente como alimento, a fim de proporcionar a todos nós as forças necessárias para construir aqui e agora um reinado de paz, de amor e de fraternidade. Essa graça que temos não é privilégio de alguns, ou oferecido a um único povo. O Pão da Vida é oferecido a todos, do presente do passado e do futuro. Por isso recordamos a frase do centurião que clama a Jesus a cura do seu filho: “Senhor eu não sou digno de que entreis em minha casa mas dizei uma só palavra e serei salvo”. Como diz João Paulo II na carta sobre a Eucaristia: "Nos sinais humildes do pão e do vinho transubstanciados no seu corpo e sangue, Cristo caminha conosco, como nossa força e nosso alimento, e torna-nos testemunhas de esperança para todos.”(EH 61) Dom Anuar Battisti,