• quarta-feira, 10 de junho de 2009

    Falência Motivacional

    O presidente mundial da Renault, o brasileiro Carlos Ghosn, o homem que tirou a Nissan da falência e é considerado o Henry Ford do século 21 diz o seguinte: “A única coisa que faz a diferença é a motivação. Se você perder a motivação, aos poucos você perde tudo”. O próprio pensamento de Henry Ford nos traz à tona a importância do caminho que escolhemos, com foco em motivação e atitude, quando disse: “Se você pensa que pode ou pensa que não pode; de qualquer forma você estará certo”. Um Grupo de Jovns nunca acaba hoje. Acaba cinco anos antes. Não é falência financeira, é falência motivacional. Vivemos num mundo onde o futuro não é repetição do passado. Lamentavelmente, algumas pessoas ainda continuam com a cabeça no século 19 e o corpo no século 21. As certezas de hoje se tornarão os absurdos de amanhã. Os motivados enxergam oportunidade nas dificuldades... Os desmotivados enxergam dificuldades nas oportunidades! Os positivos fazem... Os negativos reclamam. Motivação vai além da cesta básica e da festa de final de ano... Motivação é coisa séria, é ciência e quanto mais competitividade, quanto mais feroz uma economia, mais ousadas serão as ações de marketing e mais importância ganha a motivação humana. Desde que o mundo é mundo passamos por duas situações, ou seja, o bem e o mal. A escolha entre ser otimista ou pessimista é de cada ser humano e construirá toda uma estrada em que ele irá trilhar. 82% dos grupos de jovens do mundo vieram do “absolutamente nada”, vieram da garra de seus fundadores, dos compromissos destas equipes de trabalho que acreditaram no seu talento, no seu modelo de ação e construíram a sua grande diferença em relação aos outros no mercado. Apenas 18% foram heranças de uma geração para outra. O que faz a diferença entre ricos e pobres no mundo é a maneira de se pensar e o plano de ação após idéias que podem ser maravilhosas desde que colocadas em prática... Caso contrário elas irão se juntar no cemitério de milhões de idéias que “iriam” revolucionar o mundo. Iriam porque não saíram do papel ou sequer do pensamento. A questão é: O que você está fazendo com suas idéias? O que faz com seus pensamentos? Como anda o planejamento de sua vida e de seu trabalho? Pense nisso! Por: Gilclér Regina Fonte: http://www.aztrolabio.com/home/modules/news/article.php?storyid=308

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