• sábado, 7 de agosto de 2010

    Relatório do 3º CAF


    Sexta-feira Noite 23/07/2010
    O curso começou com a acolhida aos participantes e logo após foi feito o cadastramento. No ato do cadastramento foi entregue os crachás sem escrever o nome de ninguém, pois os mesmos foram usados na dinâmica de separação das lideranças.
    Logo após o cadastramento foi servido um lanche e em seguida iniciou-se a cerimônia de abertura do III CAF. Essa cerimônia se deu com as boas vindas feita por Daniel, que explicou como seria o curso, o tema e o lema. Logo após foi feita a oração inicial, com a reflexão da iluminação bíblica do curso, o lava pés (Jo 13,4-16). Na dinâmica de separação das lideranças foi pedido aos participantes escolherem os crachás de acordo com a cor do grupo de trabalho que desejava participar (organização da sala, limpeza pós-refeição, responsáveis pelo horário, limpeza dos banheiros e liturgia) organizando os grupos em torno de seus respectivos cartazes. Cada grupo ficou como responsável um membro da Equipe Arquidiocesana da Pastoral da Juventude - EAPJ. Os grupos foram levados para fora do salão e os foi questionado sobre as expectativas para o III CAF. Voltando ao salão, Daniel encenou a passagem bíblica lavando os pés de alguns jovens. Finalizou com uma oração do Pai Nosso, com abraço da paz e com grito de guerra “Numa só forca num só pensamento e num só coração, PJ...

    Sábado Manha 24/07/2010
    A oração inicial foi feita pelo seminarista Samuel. Os participantes foram acolhidos pela banda do grupo JUNAC – Ouro Fino, cantando a musica “Ei amigo”. Com os jovens já organizados, foi feita uma encenação com os jovens vestidos como os apóstolos e citando algumas passagens bíblicas. Logo após a banda canta o mantra da abertura do oficio divino. Todos os participantes ficaram de pé e cantaram o hino “Os que vêm de Deus...”. Na seqüência, se faz a leitura do Salmo 92 em dois coros com a sala de palestras divididas em dois grupos.
    Em seguida foi feita a Aclamação do Evangelho, leitura e reflexão da passagem bíblica (Lc11, 2-4). A oração comunitária aconteceu na seqüência com alguns jovens colando algumas extensões e como resposta “A nossa prece senhor, vinde atendei por amor”. Rezou a oração do “Pai Nosso” e abençoou os participantes que foram para o café.
    Logo após o café, a assessoria do Anchietanum começa os seus trabalhos. Os nossos assessores foram: Rachel, Alex e Ir. Lucemberg.
    Rachel deu inicio se apresentando e pede para que os jovens digam de vêem.
    Logo após, dividiu em quatro grupos os participantes no qual foram chamados de “cantinhos” e cada um representava um motivo para ir ao grupo de jovens. Os quais eram: espiritualidade, fazer amizades, conhecer-se e discutir assuntos em geral. Cada jovem escolheu um “cantinho” do assunto que mais o agrada e conversaram sobre por 5 minutos sobre esse motivo.
    Logo após alguns jovens apresentaram em pequenas frases qual o motivo que escolheram cada “cantinho”:
    - “Temos que nos conhecer primeiro para depois envolver na espiritualidade, amizade e sociedade”.
    - “O grupo começa por causa de amizade, você procura e tudo se foca na amizade”.
    - “O grupo de jovens existe por causa da espiritualidade, o mais importante é conhecer Deus. Importante é conhecer a Deus primeiro depois as outras coisas”.
    - “Usar as coisas do mundo para saber trabalhar com os jovens, fazer coisas para atrair-los ao grupo”.
    Em seguida, Rachel questiona os participantes, quem estava mais certo? E a resposta foi que todos estavam todos certos e que o grupo de jovens é feito de diversidades. Rachel completa dizendo que Jesus tinha amigos, que se envolvia com as coisas do seu mundo e que também conversava com Deus. Diz também que “não somos um pedaço e sim somos formados por todas as dimensões e o grupo é a mesma coisa”. Continuando ela alguns questionamentos:
    Eu:
    - Quem sou eu? Qual é o sentido da minha vida? Qual a relação comigo mesmo?

    O outro:
    - Quem é o outro? Qual a minha relacao com os outros?

    Mundo:
    - O que eu estou fazendo aqui? Conhecer a realidade... Agir neste mundo... Reconhecer o outro no mundo.

    Relação com Deus:
    - Como transformar a minha relação de Deus com o mundo? Como falar de Deus para com o outro? E os jovens responderam que é no respeito, na sinceridade, na fidelidade e relação saudável.

    Também perguntou como falar de Deus no Mundo? Respostas: na solidariedade, no amor e na esperança.
    Rachel completa que hoje há uma relação de exploração que acontece no mundo. E como devemos evitar isso? E como resposta teve a sustentabilidade (participação de jovens). Continuando ela pergunta, “O que é uma relação saudável?” E a resposta foi: intimidade, respeito, proximidade, ação. “Como pode ser minha relação com o mundo?”.
    No momento seguinte Rachel fala das cinco dimensões e que é formação integral. Esse processo de formação é consciente e Capacita o jovem.
    Nesse próximo momento Alex fala da Formação Integral.
    Ele diz que esse processo de formação deve acontecer de modo integral em todas as dimensões. Citou o documento 85 da CNBB que é o documento que fala sobre evangelização da juventude. E completa dizendo que na formação integral tudo esta equilibrado. As dimensões de formação são: conscientização, personalização, evangelização, capacitação, integração. Alex ainda questiona que “Será que meu grupo da atenção a todos estas dimensões?”.
    Continuando ele fala do processo de educação na fé é a maneira que se chega a um resultado e isso é passo a passo. E que nos grupos isso acontece e tem um começo, meio e fim.
    E os passos para o se formar um grupo são:
    - Primeiro passo: chamar as pessoas. E como fazer? Convite em missas, internet, radia. (Convocação)
    - Segundo passo: estruturar e estabelecer um núcleo no grupo. Como fazer? Dividir as funções dentro do grupo. (Nucleação)
    - Terceiro passo: planejar de acordo com os objetivos. Como fazer? Pensar vários temas a serem trabalhados. (Iniciação).
    Dentro desse terceiro passo há algumas descobertas a serem feitas e são as seguintes:
    I- Descoberta da situação pessoal: “O que eu sou? Quem eu sou nesse contexto?”.
    II - Descoberta da comunidade: “A amizade no grupo acontece por afinidade e é mais verdadeira”
    III- Descoberta da situação social e elaboração de um projeto de vida: “tocar a minha vida de acordo com o projeto para mim e para a comunidade”.

    - Quarto passo: ação. Como fazer? Trabalhar em prol de uma causa, concretizando sonhos. (militância). Já que o quarto passo é a militância, Alex citou dois tipos, a militância dentro da igreja e fora da igreja com exemplos:
    I- Militância dentro da igreja: liturgia, catequese,
    II- Militância fora da igreja: vida matrimonial, vida sacerdotal, profissional.
    Na seqüência falou das quatro dimensões da evangelização e citou o documento 85. Quais são?

    I - Anuncio
    - Divulgar a boa nova de Cristo

    II- Serviço
    - Ação. E completou que a fé sem ação é morta.

    III- Dialogo
    - Conversa e troca de idéias.

    IV- Testemunho de vida
    - Papel da liderança, colocar as palavras ditas em pratica.

    Continuando Alex fala da Capacitação Técnica.
    Capacitação Técnica
    Começando ele diz às pessoas que estão à frente do grupo tem q estar ciente de todo o processo de formação integral e do processo de educação na fé. Também fala o que fazer para a elaboração para um projeto de trabalho, que se deve fazer uma análise da realidade, um ponto de partida (faz uma análise do momento inicial) e o ponto de chegada do meu projeto (faz uma analise do momento final) e que se usa o método do “ver, julgar e agir”. Comenta que o VER é analisar como esta, o JULGAR e aonde quero e o AGIR é o que devo fazer para chegar aonde quero e colocar em pratica.
    Citou também as atividades permanentes durante o ano dentro da PJ que são: Campanha da Fraternidade, Semana da Cidadania, Semana do Estudante e DNJ. E essas atividades acontecem dentro um processo passo a passo de caminhada e que isso esta dentro da Formação Integral.
    Completando diz que “quem sabe aonde quer chegar não se perde. Ter um ponto de partida e fundamental e o ponto de chegada deve ser conhecido, mas o caminho pode ser diverso. Situações diversas você pode encontrar. A importância do planejamento e importante para a chegada. A luz no horizonte define meu ponto de chegada”.

    - Dinâmica:
    É um sociograma, onde se formam grupos de jovens onde cada um dos membros vai receber um perfil com características especificas exageradas que existem dentro dos grupos. Os grupos foram divididos em Laranja, abacate, mamão, uva. Melancia e amora. Cada um recebeu a missão de se organizar com um coordenador, secretario e organizar uma atividade que um padre fictício pediu.

    Os grupos tiveram um tempo para desempenharem essas atividades e depois foram chamados para apresentarem o que conseguiram fazer.

    Abaixo está o que apresentaram:
    *Grupo Abacate:
    Foi um grupo que a coordenadora falava, falava, falava e ninguém entendia nada e acabaram não resolvendo nada.

    *Grupo Amora:
    Um grupo que fez um planejamento do ano, mas não fez o que o padre pediu, pois não haveria data.

    *Grupo Laranja:
    O coordenador se acha, ele sabe tudo e diz que tem mais experiência no grupo, pois ele toma a frente de tudo. Ele faz as coisas do jeito dele e não aceita a opinião dos outros.

    *Grupo Melancia:
    O grupo com briguinhas, um desorganizado. Mas conseguiu fazer um calendário e ficaram responsáveis pela barraca de pescaria na festa junina do padre. E grupo se acha o perfeito.


    *Grupo Mamão:
    A secretaria diz que não gosta de nada, reclama de tudo. Demoram muito para discutir quem seria a ou o coordenador (a) e não resolveram nada.

    *Grupo Uva:
    O representante do grupo não sabe detalhe nenhum, fica perguntando para os outros participantes, o coordenador é meio alienado. Mas o grupo fez alguma organização.

    Ao final da apresentação, padre Omar Siqueira assessor diocesano da juventude deu as boas vindas para os participantes e os convocou para o trabalho da igreja.
    Alex faz uma analise da dinâmica, falando que o exagero de uma só característica não faz bem para o grupo, mas juntando um pouco de cada característica é benéfico ao grupo. As pessoas têm vários perfis pelos mais varias motivos. E tudo isso influenciam a sua vida e o grupo. A historia de vida vai complementando o grupo tanto para o lado bom como para o lado ruim. E os coordenadores têm q saber como trabalhar com essa diversidade.
    E para finalizar ele cita algumas características do bom coordenador que são as seguintes:

    - Não deve se posicionar de imediato.
    - Perguntar para o que o Maximo de pessoas se manifeste.
    - A opinião do grupo nem sempre será unanimidade ou consenso.
    - O se deve humilhar ou descartar as opiniões expressadas, mesmo que simples.
    - Ter a delicadeza de cortar a palavra quando fugir do tema.
    - Deve ajudar com perguntas simples e elogiar quando se merece.
    - Deve mostrar com bom humor que os detalhes são importantes.
    - Deve criar o Maximo de condições de jovens presentes participem.
    - Evitar que grupo só dependa dele.
    - Deve ajudar o a grupo a se aprofundar.
    - Deve contagiar com otimismo e no momento certo, fazer perceber que há coisas negativas e que podem ser melhoradas

    Outras coisas que são importantes:
    -Ter visão do objetivo do grupo.
    - Entender a metodologia.
    - Saber conduzir a reunião.
    - Ser bom colaborador.
    - Saber controlar o tempo
    - Ter boa capacidade de organização
    - Saber despertar novas lideranças
    - Dar testemunhos da vida coerente
    - Ter empatia
    - Ser entusiasmado

    E para completar cita alguns tipos de coordenador: o ditatorial, paternalista, permissivo, democrático entre outros.

    Sábado tarde 24/07/2010
    Logo após o almoço, foram organizados três grupos para as plenárias de conscientização sócio-política, personalização e integração.

    Conscientização sócio-política: Rachel

    - Dinâmica da Maquina:
    Rachel iniciou a plenária com a dinâmica da maquina. Cada pessoa era uma peca dessa maquina. Escolheu uma primeira pessoa para começa o movimento da, a segunda é escolhido e entra em sincronismo com a primeira fazendo outro movimento sincronizado e uma a uma vão se interagindo com o movimento dos outros. Em segundo momento a primeira pessoa que entrou no movimento vai fazendo um som para representar o seu movimento e na seqüência as outras pessoas também vão fazendo o mesmo.

    Esse é o teatro do oprimido, forma dinâmica para mostrar as relações.
    Na conclusão da dinâmica os participantes falaram o que sentiram e algumas frases estão abaixo:
    - “Cada um tinha q fazer o movimento sincronizado “certinho”, para que a maquina se atrapalhasse”.
    - “Temos q trabalhar no mesmo ritmo, caso contrario a maquina não funcionaria”.

    Rachel depois da fala de alguns jovens faz alguns questionamentos em relação à dinâmica:
    - Por que a vontade de desistir?

    Resposta: cansaço
    - E se essa maquina fosse o mundo?

    Resposta: às vezes pessoas cansam e quem ira substituí-las?
    Rachel conclui que as pessoas têm vontade de desistir, mas o que fazer para animá-las?

    Continuando, comentou que a nossa relação com o mundo tem: os atores, as relações, os cenários, a conjuntura e os acontecimentos. Tudo funciona da seguinte forma, os atores trabalham em cenários e suas relações acontecem com as conjunturas.

    Logo após Rachel questiona:

    Como que o pessoal recebe o tema sobre sócio-política?
    Resposta: o pessoal dialoga bastante, fala sobre temas do presente e Rachel conclui que às vezes os jovens acham que não conseguem mudar a sua realidade, que é difícil achar que fazem a diferença. E volta explicando o que é cada integrante da nossa relação o mundo:

    - Atores: todas as pessoas, igreja
    - Relação: colaboração, conflito
    - Cenário: a igreja

    E perguntou: Qual a diferença de fato e acontecimento? Explicou que o termo fato é qualquer coisa que acontece e acontecimento é um fato marcante.

    Sobre a conscientização sócio-política, falou sobre os três passos que são:

    - Primeiro passo:
    Sensibilização: tornar a par o grupo sobre o que ta acontecendo.

    - Segundo passo:
    Conscientização: começa a analisar o fato ocorrido e tem uma visão mais critica

    - Terceiro passo:
    Organização/mobilização: o grupo já atua na sociedade, não fica só dentro do grupo e já coloca em prática.

    Logo após, dividiu a plenária em dois grupos e eles conversaram e analisaram em que fase os seus respectivos grupos então na sua caminhada. Os jovens tiveram 10 minutos para conversarem e em seguida citaram o que foi discutido:

    - Os grupos de nunca terão um auge, pois sempre haverá altos e baixos.
    - Os jovens não ajudam nas atividades da igreja.
    - Os grupos têm muitos adolescentes.
    - Dificuldade de trabalhar a conscientização sócio-política e a dificuldade dos participantes e estarem empenhados nas atividades.
    - Tentam fazer algo que agrade o jovem e não fazer algo obrigado.

    Dimensão de Personalização: Ir. Lucermberg
    Ir. Lucermberg começa comentando que quando se conhece uma pessoa a primeira coisa que você faz e perguntar o nome e por isso ele pergunta quais os nomes que ele deve dar aos dois bonecos que estão no centro da sala.
    Os jovens deram sugestões de vários nomes e características aos bonecos. De dentro da boneca, Ir. Lucermberg tira-se outra boneca e que faz um barulho e os jovens deram características à primeira boneca. De dentro da segunda boneca tiraram outras e com isso se deu mais algumas características a essa boneca e com isso faz se uma analise da boneca como se fosse uma pessoa e dizendo que se podem conhecer melhor as pessoas com uma convivência melhor. Cada vez que se tira uma nova boneca, elas ficaram menores e isso quer dizer que vamos conhecendo a pessoa melhor. Falou também que às vezes a gente não se tem tanta liberdade com os nossos familiares.

    Questionou: “Para que a gente tenta se entender? Para que se conhecer?” e conclui que “conseguir olhar para si mesmo é autoconhecer”.

    Continuando comenta “depois se relacionar com todo mundo, às vezes a gente descobre coisas que ainda não conhecia em nos mesmos. Fico diante de mim, diante de se relacionar com todo mundo e ainda se consegue se relacionar com Deus, que ele se faz presente em tudo e sabe como que eu atuo em todas as coisas’. Ainda comenta que há diversas formas de ser e de se construir o eu e pergunta se é possível ir alem?

    E responde, “sim”!”e continua” Respeito o outro? Penso muito no presente? No passado? Encontro com os amigos, família e tudo isso gera transformação nas pessoas. Deus esta presente sempre presente em minha vida, nos guia e nos acompanha. E agora posso ir mais alem? Sim, mas isso depende de nos mesmos. “Posso viver bem e posso ser mais”.

    Passando essa reflexão, Lucemberg pega o boneco fala que ele tem muitas coisas que gosta e coisas que ele não gosta e dividiu a plenária em dois grupos. Pediu então que um grupo falasse o que o boneco gosta de fazer e o outro do que ele não gosta de fazer.

    Então, os participantes citaram algumas coisas e Lucemberg questiona, “E nos?” e pediu aos grupos que citassem coisas que gostam de fazer e que não gostam de fazer.
    E complementa também que tem coisas que gostamos de fazer e fazemos, tem coisas gostamos, mas não fazemos, outras que não gostamos e acabamos fazemos e coisas que não gostamos e não fazemos. Às vezes fazer coisas que não gostamos, mas elas nos proporcionam coisas que gostamos de fazer e também acontecer ao contrario, tem coisas que não gosto e faço.

    Logo após ele volta ao questionamento do “E nos?” e fala da importância para que tudo de certo em nossa vida seja um bom projeto! E pergunta, “O que é o projeto de vida? E me olhar e me projetar e analisar os questionamentos feitos acima e acrescenta que para fazer um projeto de vida devemos fazer os seguintes questionamentos para nos mesmos:

    Quem sou eu? Sou dedicado? Quais as minhas exigências? Onde vou pedir ajuda? E olhar para a minha realidade, saber com quais pessoas relacionarmos e o que eles nos proporcionam, analisar também o que quero fazer da minha vida e ver o que procuro e como quero que ela seja. Complementa dizendo que muitas vezes somos influenciados pela televisão e internet e que isso é muito superficial.

    Concluindo essa dinâmica ele diz que o nome desse exercício é o Curto grama, “o gosto de fazer”. Questiona os jovens de como foi à dinâmica? Respostas:

    - Foi diferente, foi bacana.
    - Interessante, mexe com a cabeça faz analisar a nossa vida.
    - Com material bem simples conseguiu tocar e cada boneco tirando de dentro do outro representa uma pessoa.

    Dimensão de Integração: Alex
    Alexandro deu inicio a plenária falando que integração é inserir alguém em algum lugar diferente entre grupos e cita a integração com os animais, com as pessoas e com o meio ambiente.

    Dinâmica:
    Foi feito dois círculos de mesmo numero de pessoas. Pediu que os participantes que aproximem o Maximo possível olhem para fora do circulo e coloquem a mão esquerda dento circulo e peguem em outra mão o mais longe possível e jogue a mão direita para dentro do circulo e peguem outra mais longe possível e não deve soltar a mão. E sem desfazer desgrudar as mãos desfazer o nó. Isso foi somente um aprendizado, agora juntou todos os participantes e formou um único grupo e repetiu os mesmos passos anteriormente citados.

    Conclusão:
    Foi pedido para os jovens que falassem algumas palavras sobre a dinâmica e algumas citadas foram: união, planejar os passos, se esforçar, cada um tem dar um pouco de si entre outras. Alex toma a palavra e diz que na dinâmica aquilo que o meu colega estava passando refletiu em mim, todo mundo tem que colaborar e temos que ouvir todo mundo. Também comentou que há nos grupos varias personalidades e que devemos saber como integrar dentro do grupo.

    Questionou aos coordenadores dos grupos o que eles fazem nos grupos de jovens para integrar todas as pessoas do grupo? Logo respondeu que todo mundo tem que se ajudar, pois isso faz com que todos do grupo ganhem.

    Dinâmica da cadeira.
    Colocou todas as cadeiras viradas para fora e todos participantes ficaram em pé e andando em volta das cadeiras e parando a musica todos devem sentar nas cadeiras. Mas a pessoa que sobra deve sentar também não havendo correria. Tirou três cadeiras e todos devem se acomodar. Tirou mais quatro cadeiras e todos tem q se acomodar. Agora com somente três cadeiras e todos tem se acomodar.

    Conclusão:
    Alex pediu aos participantes lessem o documento 85 “Documento da CNBB sobre a Evangelização da Juventude” no artigo que trata da dimensão psico-social. Logo após a leitura, questionou “o que é importante considerar nos grupos em relação à integração?” E enfatizaram que devemos fazer festas, jogos esportivos ajudam na integração interna do grupo, mas também questionou o que se deve fazer com a juventude fora do grupo o que podemos fazer para ajudar a se integrar também? Jovem evangelizando jovem, o que significa essa frase?”e as respostas foram que o jovem tem que ter a mesma linguagem e que o jovem deve falar direto aos outros jovens e que não devemos ser uma liderança “meia boca” que senão acabamos desestimulando o grupo.

    Se a gente é uma liderança meia boca, a gente acaba desestimulando o grupo.

    Dimensão Espiritual: Alex, Ir. Lucemberg e Rachel
    Os assessores levaram todos os participantes para o espaço aberto na parte de trás da Casa de Oração. Pediu que todos se dessem as mãos e fizessem uma grande roda. Logo após, pegaram frutas e bombos e os distribuíram para representar dos sabores de se trabalhar com a juventude, de fazer parte da Pastoral da Juventude e estar participando do III CAF.
    Em um segundo momento, foi dado aos participantes folhas de papel para que escrevessem uma palavra ou uma frase que tocou durante o dia de curso e barbante. Depois aos poucos pediram que essas folhas fossem juntadas umas as outras utilizando o barbante. Juntando tudo formara uma colcha de retalhos que representara os sonhos de toda a juventude da Arquidiocese de Pouso Alegre junta. E com esse momento se finaliza o dia de curso.
    Os jovens foram liberados para o descanso e o banho para se preparar para a Confraternização à noite com o tema: Festa Brega.

    Domingo manha 25/07/2010

    Manha de oração:
    Fora da sala de palestras, o seminarista Marcos iniciou invocando a santíssima trindade. Logo após falou da necessidade de ser ver Deus na criação, de olhar a natureza ao redor e conseguirmos ver Deus no mundo a nossa volta tão marcado pelo mal. Na seqüência pediu os jovens que olhassem a natureza ao redor e pensassem em quantos milagres Deus já fez em nossas vidas e em enquanto isso tacava um musica relaxante.
    Logo após essa reflexão dos participantes, Marcos fala que com certeza muitas vezes se é capaz de sentir Deus em nossas vidas. Que devemos conhecer e amar a Deus para torná-lo conhecido e amado.
    Continuando, diz que a cultura indiana muito nos ensina através de dinâmicas e conta que um padre indiano em um encontro ensinou que através de gestos podemos também rezar pensando em nossa vida.

    Dinâmica 01:
    Marcos explica que a dinâmica será da seguinte forma: deve dar dois passos para a direita, dois para frente com o pé esquerdo, dois para trás com o direito e um passo para esquerda se equilibrando num pé só...

    Conclusão:
    Marcos explica que os passos simbolizaram a nossa vida, os para frente são as decisões certas que tomamos, os para trás as erradas, os para a esquerda se equilibrando de mãos dadas mostram a necessidade de se ter sempre alguém junto, esse alguém é Deus ou mesmo nossos irmãos quem caminham conosco na vida. Deus nos carrega nos braços e nos dá a mão para não cairmos em nossas decisões erradas.
    Em seguida faz outra dinâmica. Questionou os jovens se eles sabem ler devidamente a bíblia? Cada participante recebeu uma folha com um roteiro que ajudara na leitura orante da bíblia e um texto para meditação.
    Logo após esse momento Aline e Daniel pediram aos jovens que fizessem a avaliação do III CAF dentro das seguintes questões: “Que bom? Que pena? e Que tal?” e em seguida foi lida e aprovada, a carta oficial do III CAF.
    O III CAF foi finalizado com a Santa Missa celebrada pelo nosso assessor arquidiocesano da Juventude, padre Omar que refletiu o evangelho de São Lucas (Lc. 11,1-13): “Senhor, ensina-nos a rezar, como também João ensinou a seus discípulos”.

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